A cantora Shana Müller foi selecionada no Edital do Prêmio Petrobras Cultural com a turnê nacional do disco Brinco de Princesa.
A seleção, aberta a todo o país, recebeu mais de 3 mil inscrições em diversas categorias artísticas que vão do teatro a manutenção de acervos.
Shana foi a única selecionada na Região Sul na categoria Turnês e seu projeto inclui apresentações em Londrina-PR, Campo Grande-MS, São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ, Florianópolis-SC e Porto Alegre-RS.
A previsão de realização é para o primeiro semestre de 2011.
Mostrando postagens com marcador música gaúcha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador música gaúcha. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Sinceridade é a grande vencedora do Grito, em Jaguari
A 22ª edição do Grito do Nativismo Gaúcho aconteceu no último final de semana, entre os dias 21 e 23 de janeiro. Das 512 composições inscritas, 12 foram selecionadas na triagem pelo corpo de jurados (Eraci Rocha, Ramires Monteiro, Piero Ereno, Roni Denarde e Vilmar Menezes) e se apresentaram no palco do Pavilhão do Clube de Caça e Pesca. Estas músicas compõem o CD do festival.
A música mais destacada foi Sinceridade. Recebeu o prêmio de melhor poema, que foi escrito por Rômulo Chaves; também de melhor intérprete, através de Robledo Martins que a defendeu. Ainda foi a mais popular, pelo voto da imprensa, e a grande vencedora. Durante a premiação, a organização confirmou a realização do festival em 2012, entre os dias 27 e 29 de janeiro.
O festival teve bons shows. No dia 21, foi a vez de César Oliveira e Rogério Melo e também do grupo Os Mateadores, com a gravação do seu DVD. Já no dia 22, a Banda Simfolia esteve no palco e na final, dia 23, o show de Luíz Marenco encerrou o evento antes da premiação.
História
A primeira edição do Grito foi em 1987. Um ano antes, foi criada a Associação Tradicionalista de Jaguari para que o projeto do festival fosse colocado em prática. O nome veio do esforço desse grupo, que precisava ser ouvido mais longe como um grito que ecoasse na imensidão. Com o apoio da comunidade, o evento cresceu e tem a tradição de ser realizado todos os anos, em janeiro.
No ano de 2010, o festival teve que ser transferido em virtude das fortes chuvas que alagaram as dependências do Clube de Caça e Pesca, próximo ao balneário da cidade, no Rio Jaguari. Dessa forma, foi realizado no mês de agosto.
Resultado:
1º lugar - Sinceridade - Chamamé
Letra - Rômulo Chaves
Música - Everson Maré
Intérprete - Robledo Martins
2º lugar - Por viver - Canção
Letra - Rômulo Chaves
Música - Emerson Martins
Intérprete - Emersom Martins
3º lugar - A mão do tempo - Milonga
Letra - Roberto Huerta
Música - Jair Medeiros
Intérprete - Jean Kirchoff
Música mais popular - Sinceridade - Chamamé
Letra - Rômulo Chaves
Música - Everson Maré
Intérprete - Robledo Martins
Melhor poesia - Sinceridade - Chamamé
Letra - Rômulo Chaves
Música - Everson Maré
Intérprete - Robledo Martins
Melhor intérprete - Robledo Martins (por Sinceridade)
Melhor instrumentista - Léo Pereira (flauta, por Dois momentos de saudade)
A música mais destacada foi Sinceridade. Recebeu o prêmio de melhor poema, que foi escrito por Rômulo Chaves; também de melhor intérprete, através de Robledo Martins que a defendeu. Ainda foi a mais popular, pelo voto da imprensa, e a grande vencedora. Durante a premiação, a organização confirmou a realização do festival em 2012, entre os dias 27 e 29 de janeiro.
O festival teve bons shows. No dia 21, foi a vez de César Oliveira e Rogério Melo e também do grupo Os Mateadores, com a gravação do seu DVD. Já no dia 22, a Banda Simfolia esteve no palco e na final, dia 23, o show de Luíz Marenco encerrou o evento antes da premiação.
História
A primeira edição do Grito foi em 1987. Um ano antes, foi criada a Associação Tradicionalista de Jaguari para que o projeto do festival fosse colocado em prática. O nome veio do esforço desse grupo, que precisava ser ouvido mais longe como um grito que ecoasse na imensidão. Com o apoio da comunidade, o evento cresceu e tem a tradição de ser realizado todos os anos, em janeiro.
No ano de 2010, o festival teve que ser transferido em virtude das fortes chuvas que alagaram as dependências do Clube de Caça e Pesca, próximo ao balneário da cidade, no Rio Jaguari. Dessa forma, foi realizado no mês de agosto.
Resultado:
1º lugar - Sinceridade - Chamamé
Letra - Rômulo Chaves
Música - Everson Maré
Intérprete - Robledo Martins
2º lugar - Por viver - Canção
Letra - Rômulo Chaves
Música - Emerson Martins
Intérprete - Emersom Martins
3º lugar - A mão do tempo - Milonga
Letra - Roberto Huerta
Música - Jair Medeiros
Intérprete - Jean Kirchoff
Música mais popular - Sinceridade - Chamamé
Letra - Rômulo Chaves
Música - Everson Maré
Intérprete - Robledo Martins
Melhor poesia - Sinceridade - Chamamé
Letra - Rômulo Chaves
Música - Everson Maré
Intérprete - Robledo Martins
Melhor intérprete - Robledo Martins (por Sinceridade)
Melhor instrumentista - Léo Pereira (flauta, por Dois momentos de saudade)
Marcadores:
festivais,
Grito do nativismo,
Jaguari,
música gaúcha,
nativismo
sábado, 22 de janeiro de 2011
A alma crioula que traz na essência
O cantor nativista Joca Martins chega a este de ano de 2011 como um dos principais nomes da música regional. O início foi há 25 anos, quando interpretou uma canção pela primeira vez em um palco de festival. Sua evolução na música passou por seu gosto pelo estilo missioneiro, fortes influências dos países do Conesul e dos cantores gaúchos destacados como César Passarinho e José Cláudio Machado.
![]() |
| Joca Martins, durante a gravação do DVD - Cavalo Crioulo Foto: Divulgação |
Joca Martins gosta de preservar a amizade, como é o caso da sua relação com seus parceiros de música e de vida. Com seu jeito descontraído, conquistou um público fiel que sempre acompanha a carreira do cantor. Ainda mais quando Joca ampliou este contato com o auxílio da tecnologia, através do blog e do twitter.
Nessa entrevista, feita pelo De terra, campo e galpão, tu poderás conhecer um pouco mais do gaúcho Joca Martins. Sua carreira, seu convívio com as pessoas e suas histórias. Confira:
Por João Cléber Caramez
1 - Como foi o teu início na música nativista?
Comecei nos festivais, na Comparsa da Canção em Pinheiro Machado, tocando bombo leguero e no ano seguinte, 1986, cantei pela primeira vez num festival, foi na Charqueada em Pelotas, festival que não existe mais.
2 - Quando tu começaste a disputar festivais e quais foram as principais premiações entre tantos em que participou?
Comecei em 1986 e tive importantes premiações no Martin Fierro, Reponte, Reculuta, Grito do Nativismo, Coxilha entre outros.
3 - Quais as tuas principais influências musicais? O que tu costumas ouvir e tens como referência na música?
Na nossa casa, sempre tínhamos LPs de música gaúcha que nossa mãe comprava, naquele tempo não existiam tantos lançamentos. Os troncos missioneiros foram uma forte influência, pois eles inauguraram um novo tempo na música gaúcha, com uma forte acentuação da música folclórica argentina e uruguaia. Eu gosto de ouvir bons cantores, o tempo que estudei canto (7 anos), fez com que eu me tornasse um admirador de cantores com boa técnica e ou com vozes bonitas. Na nossa música, minhas principais influências foram César Passarinho e José Cláudio Machado.
4 - Quais são os pontos mais importantes que permitiram a evolução da tua carreira?
A dedicação integral, o estudo e a persistência.
5 - Como surgiu a ideia de desenvolver trabalhos de resgate de grandes clássicos do nativismo e dos sucessos da Califórnia?
Sempre gostei dessas músicas, além disso, várias delas fizeram parte dos meus primeiros repertórios. Acredito também, que o tempo que estudei canto, fez com que eu admirasse mais ainda essa composições, além de achar importante gravar boas composições.
| Joca Martins em sua apresentação no 2º Relincho da Canção, em Pantano Grande Foto: Matias Moura |
6 - Como é a convivência com os músicos que te acompanham e com a equipe que atua nos bastidores?
É bueníssima, vamos tomando mate, trocando idéias, vendo um filme, dando risada!
7 - E a relação com os parceiros de música, como o Rodrigo Bauer?
Da mesma forma é bueníssima. Eu tenho uma grande amizade com o Rodrigo e sua família, é um irmão que eu escolhi!!!
8 - Domingueiro e Pampa são trabalhos que tiveram grande identificação com o público? Para ti, atingiram os objetivos esperados?
Sim, são discos que tiveram uma boa acolhida e tocam bastante.
9 - As tuas apresentações tem a características de não serem convencionais. De onde partiu a iniciativa de criar momentos de interação com o público?
Faz parte do meu temperamento. Como disse o Nico Fagundes uma vez, eu nunca deixei de ser público. Eu canto no palco como se fizesse parte do público, acredito que por isso, as brincadeiras com o pessoal nasceram naturalmente.
10 - Nessa evolução tecnológica que vivemos, os blogs são veículos de comunicação importantes. Como tem sido essa experiência de manter um blog?
Muito boa!!! Eu sentia falta da comunicação com as pessoas que admiram o meu trabalho e por influência da Juliana (Spanevello), nasceu o BLOG DO JOCA MARTINS
11 - A tua relação com os admiradores se tornou mais próxima através dessa ferramenta? As pessoas te mandam muitos recados, e-mails?
Sim, se tornou mais próxima e o pessoal deixa comentário no blog, manda mail e agora também tem o twitter que movimenta bastante, de vez em quando faço sorteios, ficou muito bom.
Ah...e pra quem tá lendo a entrevista meu twitter é TWITTER DO JOCA MARTINS
12 - Conte um pouco da tua experiência fora dos palcos, como a produção executiva do novo disco da Juliana Spanevello.
Foi uma experiência nova e muito gratificante para mim, pois fazer um disco com uma baita cantora e com um grande produtor musical como o Negrinho Martins, torna a produção um misto de colaboração e aprendizado! Me sinto realizado com o resultado sonoro e folclórico do CD Pampa e Flor!
| Joca Martins ao lado de seu parceiro Fabiano Bacchieri Foto: Matias Moura |
13 - No ano passado, o nativismo reuniu grandes nomes da música regional por uma boa causa. Foi o "Aí que eu me refiro", em que a renda foi revertida para a Casa da Criança São Francisco de Paula. Tu acreditas que este exemplo de Pelotas pode ser repetido por outras cidades do estado?
Acredito que sim, é uma forma do nativismo mostrar o quanto tem força (o teatro tava lotado!) e também momento de agradecer as coisas boas!
14 - De que forma surgiu esse teu amor pelo cavalo crioulo e a vontade de cantá-lo?
Eu gosto "de fora" desde criança, aprendi a andar a cavalo num petiço numa chácara que meu pai adquiriu quando eu tinha nove anos e depois ia pra Estância do amigo Aluísio em Pedras Altas e acompanhávamos a peonada em todo o serviço. Acredito que a vontade de cantar o cavalo vem desta ligação de infância, pois quando me dei conta que meu sonho era cantar, os temas já faziam parte da minha alma!
15 - Como tu defines este momento da tua carreira, cantando o cavalo crioulo em dois CD's e um DVD recentemente lançado?
É a realização de um projeto, junto ao poeta Rodrigo Bauer e consideramos estar ajudando a divulgar nossos usos e costumes, junto à este símbolo do Rio Grande!!!
![]() |
| Joca Martins no palco da Vigília do Canto Gaúcho, em Cachoeira do Sul Foto: Matias Moura |
16 - E agora, o que vem pela frente? Quais são os teus planos na sequência da carreira?
Acabo de entrar para a gravadora Acit e estou preparando um disco loco de bueno para o primeiro semestre de 2011!!!
17 - Conte uma boa história, daquelas bem curiosas, que aconteceu nestes anos de estrada.
Tem muitas histórias, mas uma das buenas que eu nunca contei foi quando fui fazer um show na Expointer e saímos a procurar bóia. Os lugares estavam todos lotados, e a fome véia apertando. Daqui a pouco me topei com uma loja AMPM da Ipiranga, entrei pelo lado do stand e já fui fazendo o pedido pra turma toda.
Comemos pizzas, tomamos refrigerantes e eu perguntei pra moça: Quanto lhe devo? Aí ela respondeu... aqui não é cobrado nada senhor, vocês não são clientes Ipiranga?? E eu meio sem jeito respondi... é de vez em quando abasteço em algum posto... rsrsr. É que o serviço do qual havíamos desfrutado, era somente para clientes VIP Ipiranga que visitavam a Expointer.
Fiquei com a cara no chão lembrando dos pedidos... mais um guaraná por favor, mais uma dessas pizzas aqui!!! Pedindo como quem tivesse pagando! Bueno, pra encurtar o causo, saí tapado na vergonha e fui buscar um cd pra presentear a moça como pedido de desculpas pelo abuso! Não é aí que eu me refiro... rsrsrs
18 - Deixe uma mensagem aos leitores do blog, admiradores do teu trabalho.
O que importa é a essência...o conteúdo!!!
O sentimento pelo Rio Grande tem de ser do coração pra fora!!!
Mil gracias!!!
Marcadores:
entrevista,
Joca Martins,
música gaúcha,
nativismo,
Rio Grande do Sul
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
29ª Gauderiada, Rosário do Sul
Resultado
1° lugar: Alguém mateia comigo
Letra: Zeca Alves
Música: Glademir Escobar
Interpretação: Ita Cunha
Cidade: Santana do Livramento e Itaqui
2° lugar: Nas asas da milonga
Letra: Caio Martinez
Música: Caio Martinez e Piero Ereno
Interpretação: Caio Martinez e Piero Ereno
Cidade: Porto Alegre e Jaguari
3° lugar: Três hileiras negras
Letra: Gujo Teixeira
Música: Leonel Gomez
Interpretação: Leonel Gomez
Cidade: Lavras do Sul e Santana do Livramento
Melhor intérprete: Ita Cunha (por Alguém mateia comigo)
Melhor instrumentista: Samuel Costa (acordeon, em Nas asas da milonga e No passo da tapera)
Melhor compositor: Zeca Alves (por Alguém mateia comigo)
Revelação: Rafael Ferrari (bandolim, em Nas asas da milonga)
Música mais popular: Namoro de gato
Letra: João Sampaio e Diego Müller
Música: Érlon Péricles e Duca Duarte
Interpretação: Érlon Péricles e Cristiano Quevedo
Cidade: Porto Alegre
Melhor conjunto vocal: Baguais nos chamaram
Letra: Lauro Corrêa Simões
Música: Clóvis Souza
Interpretação: Grupo Via Sul
Cidade: Santana do Livramento
Melhor conjunto instrumental: Nas asas da milonga
Letra: Caio Martinez
Música: Caio Martinez e Piero Ereno
Interpretação: Caio Martinez e Piero Ereno
Cidade: Porto Alegre e Jaguari
Letra: Zeca Alves
Música: Glademir Escobar
Interpretação: Ita Cunha
Cidade: Santana do Livramento e Itaqui
2° lugar: Nas asas da milonga
Letra: Caio Martinez
Música: Caio Martinez e Piero Ereno
Interpretação: Caio Martinez e Piero Ereno
Cidade: Porto Alegre e Jaguari
3° lugar: Três hileiras negras
Letra: Gujo Teixeira
Música: Leonel Gomez
Interpretação: Leonel Gomez
Cidade: Lavras do Sul e Santana do Livramento
Melhor intérprete: Ita Cunha (por Alguém mateia comigo)
Melhor instrumentista: Samuel Costa (acordeon, em Nas asas da milonga e No passo da tapera)
Melhor compositor: Zeca Alves (por Alguém mateia comigo)
Revelação: Rafael Ferrari (bandolim, em Nas asas da milonga)
Música mais popular: Namoro de gato
Letra: João Sampaio e Diego Müller
Música: Érlon Péricles e Duca Duarte
Interpretação: Érlon Péricles e Cristiano Quevedo
Cidade: Porto Alegre
Melhor conjunto vocal: Baguais nos chamaram
Letra: Lauro Corrêa Simões
Música: Clóvis Souza
Interpretação: Grupo Via Sul
Cidade: Santana do Livramento
Melhor conjunto instrumental: Nas asas da milonga
Letra: Caio Martinez
Música: Caio Martinez e Piero Ereno
Interpretação: Caio Martinez e Piero Ereno
Cidade: Porto Alegre e Jaguari
Melhor tema campeiro: Payada para duas estrelas
Letra: Diego Müller
Música: Juliano Javoski
Interpretação: Juliano Javoski e Xirú Antunes (recitado)
Cidade: São Jerônimo
Letra: Diego Müller
Música: Juliano Javoski
Interpretação: Juliano Javoski e Xirú Antunes (recitado)
Cidade: São Jerônimo
Premiação da 22ª Gauderiada Mirim:
Pré mirim: 1° Peterson Langendorf (São Gabriel); 2° Fernanda Silveira Ribeiro (Rosário do Sul)
Mirim: 1° Vitória Staggemeier (São Gabriel); 2° Bárbara Dorneles Corrêa (São Gabriel)
Juvenil: 1° Victória Passos (Sapucaia do Sul); 2° Dionathan Camargo (São Gabriel)
Marcadores:
festivais,
Gauderiada,
música gaúcha,
nativismo,
resultado,
Rosário do Sul
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
4º O Rio Grande canta o cooperativismo - 3ª etapa, de Antônio Prado
Dia 20 de novembro - Centro Municipal de Eventos, de Antônio Prado
As sete lições
Letra: Claudionir Araujo Bastos
Melodia: Jaime Ribeiro
Representando a Cooperativa Sicredi Itaqui, de Uruguaiana
Intérprete: João Quintana Vieira
Viés doutrinário
Letra: Áurea da Rosa e Alberto Sales
Melodia: Zulmar Benitez
Representando a Cooperativa Sicredi Pioneira, de Caxias do Sul
Intérpretes: Priscila Campeol e Analise Severo
Cooperar é progredir
Letra: Carlos Alberto Litti Dahmer
Melodia: Sandro Souza
Representando a Cooperativa Sicredi Augusto Pestana, de Ijuí
Intérprete: Nenito Sarturi
O sul em si
Letra: Juca Moraes
Melodia: João Bosco Ayala Rodriguez e Nilton Júnior
Representando a Cooperativa Sicredi Centro Leste, de Guaíba
Intérprete: Loma
Depois das chamas
Letra: Rômulo Chaves
Melodia: Tuny Brum
Representando a Cooperativa Sicredi Grande Palmeira, de Palmeira das Missões
Intérprete: Jean Kirchoff
Feminina
Letra e melodia: Chico Saga e Mário Tressoldi
Representando a Cooperativa Sicredi Nordeste, de Rolante
Intérprete: Lú Schiavo
Frondosa bandeira
Letra: Adão Quevedo
Melodia: Aline Ribas
Representando a Cooperativa Sicredi Zona Sul, de São Lourenço do Sul
Intérpretes: Robledo Martins, Éverson Maré e Cícero Camargo
Colmeia
Letra: Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam
Melodia: Jean Kirchoff
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Soturno, de Faxinal do Soturno
Intérprete: Analise Severo
Da capital nacional
Letra: José Henrique Rodrigues
Melodia: Raúl Quiroga
Representando a Cooperativa Sicredi Pioneira, de São Leopoldo
Intérpretes: Raul Quiroga, Ana Lúcia Pacheco e Ariane Wink
Coração solidário
Letra: Ramires Monteiro
Melodia: Sabani Felipe de Souza
Representando a Cooperativa Sicredi Região Centro, de Santa Maria
Intérprete: Leonardo Paim
As sete lições
Letra: Claudionir Araujo Bastos
Melodia: Jaime Ribeiro
Representando a Cooperativa Sicredi Itaqui, de Uruguaiana
Intérprete: João Quintana Vieira
Viés doutrinário
Letra: Áurea da Rosa e Alberto Sales
Melodia: Zulmar Benitez
Representando a Cooperativa Sicredi Pioneira, de Caxias do Sul
Intérpretes: Priscila Campeol e Analise Severo
Cooperar é progredir
Letra: Carlos Alberto Litti Dahmer
Melodia: Sandro Souza
Representando a Cooperativa Sicredi Augusto Pestana, de Ijuí
Intérprete: Nenito Sarturi
O sul em si
Letra: Juca Moraes
Melodia: João Bosco Ayala Rodriguez e Nilton Júnior
Representando a Cooperativa Sicredi Centro Leste, de Guaíba
Intérprete: Loma
Depois das chamas
Letra: Rômulo Chaves
Melodia: Tuny Brum
Representando a Cooperativa Sicredi Grande Palmeira, de Palmeira das Missões
Intérprete: Jean Kirchoff
Feminina
Letra e melodia: Chico Saga e Mário Tressoldi
Representando a Cooperativa Sicredi Nordeste, de Rolante
Intérprete: Lú Schiavo
Frondosa bandeira
Letra: Adão Quevedo
Melodia: Aline Ribas
Representando a Cooperativa Sicredi Zona Sul, de São Lourenço do Sul
Intérpretes: Robledo Martins, Éverson Maré e Cícero Camargo
Colmeia
Letra: Carlos Omar Villela Gomes e Bianca Bergmam
Melodia: Jean Kirchoff
Representando a Cooperativa Sicredi Vale do Soturno, de Faxinal do Soturno
Intérprete: Analise Severo
Da capital nacional
Letra: José Henrique Rodrigues
Melodia: Raúl Quiroga
Representando a Cooperativa Sicredi Pioneira, de São Leopoldo
Intérpretes: Raul Quiroga, Ana Lúcia Pacheco e Ariane Wink
Coração solidário
Letra: Ramires Monteiro
Melodia: Sabani Felipe de Souza
Representando a Cooperativa Sicredi Região Centro, de Santa Maria
Intérprete: Leonardo Paim
Marcadores:
festivais,
música gaúcha,
o rio grande canta o cooperativismo,
triagem
terça-feira, 26 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
1ª Eliminatória - O Rio Grande canta o cooperativismo, em Santa Rosa
A cidade de Santa Rosa recebeu neste sábado a primeira eliminatória do 4° O Rio Grande Canta o Cooperativismo. Os jurados (com uma pequena mudança com relação aos que fizeram a triagem) escolheram três, das quatro músicas classificadas para a grande final em 10 de dezembro em Ibirubá. Uma das composições finalistas foi escolhida por voto popular. A próxima etapa acontece no dia 29 de outubro na cidade de Rolante.
As composições classificadas para a grande final do festival foram:
ELOS DA CORRENTE
Letra: Wolmar da Costa Flores
Melodia: Cristiano dos Santos Rodrigues
Intérpretes: Nenito Sarturi e Leonardo Sarturi
IDEAL COOPERATIVISMO
Letra: Wolmar da Costa Flôres
Música: Jair Oliveira de Medeiros
Intérprete: Tuny Brum
UMA SÓ VOZ
Letra: Duca Duarte
Música: Cristiano Quevedo
Intérprete: Chico Saratt
DE CARREIRA ATADA (escolha popular)
Letra: Josué Fernando Scheffler
Música: Miguel Ângelo de Freitas
Intérprete: Luiz Carlos Glowascki
*Fonte: Aline Ribas - Blog Os Festivais - http://osfestivais.blogspot.com/
sábado, 4 de setembro de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Três músicas gaúchas estão na final do Viola
No final da noite deste sábado, durante a 2.ª eliminatória, em Poço de Caldas (MG), foram anunciados os classificados para a final:
Eu e o João de Barro (venceu a 23ª Moenda - Santo A. da Patrulha)
Autoria: Paulo Ricardo Costa/Arison e Merson Martins - São Vicente do Sul
Interpretação: Arison e Emerson Martins
Mãos (venceu o 3º Acorde de Camaquã - Camaquã)
Autoria: Chigo Saga / Mário Tressoldi - Tramandaí
Interpretação: Grupo Chão de Areia
Além destas, já garantiu sua presença na final, na primeira eliminatória, outra música do Rio Grande:
Rendeira (venceu o 12º Canto da Lagoa - Encantado)
Autoria: Adriano Sperandir / Ivan Therra - Osório
Interpretação: Adriana Sperandir
Então, das cinco músicas gaúchas selecionadas para as classificatórias, três estão garantidas na final, que será realizada dia 12 de junho. Além disso, você pode Votar aqui e escolher a sua preferida.
*Fonte: www.jornalnh.com.br/abcdogaucho
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Bate - papo entre músicos nativistas foi destaque da Feira do Livro de Bento Gonçalves
Com a palavra, a música
"Com a palavra, a música" reúne, no Palco da Feira do Livro, cinco grandes nomes da cultura gaúcha para um bate-papo sobre música e literatura. Participaram do encontro os músicos Pirisca Grecco, César Oliveira, Luiz Marenco e Cristiano Quevedo, com a mediação de Pedro Junior da Fontoura. Pirisca Grecco falou sobre a importância dos festivais para a sua carreira. Com dez anos de estrada, ele conta que começou tocando em bares, mas sua grande vitrine foi a participação em festivais.
"Hoje, com 40 anos eu construi minha casa. Em todo esse tempo, eu sempre andei pelo mundo. Sempre fui gaúcho. Uma das palavras que define esse sentimento é a fé, uma crença que a gente carrega na vida", explica César Oliveira ao falor do orgulho pelo Rio Grande do Sul. Cristiano Quevedo falou sobre a importância de se manter viva a identidade gaúcha. "A gente gosta de cantar, de abrir o peito do jeito que dá, do jeito que a gente faz em casa", frisa.
Luiz Marenco falou do início da carreira ao lado de Jayme Caetano Braun e do próximo projeto. "Estamos trabalhando na criação de um livro voltado para o público infantil. Por que às vezes, a gente está no palco cantando e quando desce tem aquele monte de crianças querendo fazer foto e pedindo autógrafo. E eu me pergunto, se eles realmente sabem do que se trata. Então, eu decidi falar de raízes para as crianças", ressalta o músico. Marenco comenta que também serão impressos exemplares em braile para auxiliar a leitura dos deficientes visuais.
César Oliveira, Luíz Marenco, Cristiano Quevedo e Pedro Jr. da Fontoura (Foto: Pirisca Grecco)
O coordenador da 25ª Feira do Livro de Bento Gonçalves, Pedro Júnior da Fontoura, comentou sobre a importância do projeto idealizado por Marenco e sobre a entidade Amiga do Livro deste ano, a ADVBG. "Essas iniciativas de inclusão da leitura são muito importantes, pois o livro é um instrumento libertador. O conhecimento liberta o ser humano em todos os sentidos. Essa é uma iniciativa louvável", completa. Para demonstrar a grande admiração que os bento-gonçalvenses sentem pelos músicos, a Câmara dos Vereadores homenageou os artistas com uma Portaria de Louvor. O músico Luiz Marenco recebeu a medalha de Mérito Cultural Oscar Bertholdo.
Saiba mais sobre os músicos nos sites:
Pirisca Grecco - www.pirisca.com
Cristiano Quevedo - www.cristianoquevedo.com
César Oliveira - www.cesaroliveira.com.br
Luiz Marenco - www.luizmarenco.com.br
Colaborações: www.25feiradolivrobg.blogspot.com
Música gaúcha em debate na Feira do Livro de Bento Gonçalves
Os senhores da música nativista num encontro histórico
Cristiano Quevedo, Luiz Marenco, Pirisca Grecco e César Oliveira estiveram no palco da Feira do Livro de Bento Gonçalves cantando e conversando
Um momento histórico foi vivido na Feira do Livro de Bento Gonçalves na noite de quarta-feira, 12, quando se encontraram no palco quatro mestres da música tradicionalista do Rio Grande do Sul. Cristiano Quevedo, Luiz Marenco, Pirisca Grecco e César Oliveira. A cuia de chimarrão foi passando de mão em mão numa demonstração de respeito e cordialidade entre grandes nomes da música gaúcha.
Dentro do projeto desenvolvido pela Biblioteca Pública "Com a palavra a música", os cantores e compositores conversaram com o público sobre o atual cenário da música gaúcha, tradição, literatura, valores, orgulho, carreira, sonhos e projetos. Mediados pelo coordenador da Feira do Livro, Pedro Junior da Fontoura, que também é poeta, compositor, cantor e pajador, os artistas mantiveram o tempo todo um clima de harmonia, descontração, diversão e admiração pelo trabalho de cada um.
Luiz Marenco, que canta há mais de 20 anos, dono de inúmeros sucessos e prêmios em festivais destacou que está trabalhando em um projeto voltado para as crianças. "Quero que as crianças admirem, valorizem a cultura gaúcha.O trabalho é composto por 12 poemas que abordam as tradições de nosso estado, com uma linguagem voltado ao público infantil ", destacou o admirador do escritor e poeta Aureliano de Figueiredo Pinto.
Já Pirisca Grecco falou sobre a diversidade da música gaúcha e dos inúmeros talentos que se manifestam das mais diversas formas. "Nossa música vai ganhar cada vez mais espaço, somos intensos e temos amor pelas nossas tradições", disse. Ele também fez questão de dizer que está lendo nesse momento "Os senhores da Guerra", de José Antônio Severo, obra que será transformada em longa pelo cineasta Tabajara Ruas.
César Oliveira acredita que é essa intensidade, essa paixão pela cultuta riograndense que faz com que exista tanta intensidade nas manifestações artísticas dos gaúchos. "Somos apaixonados por tudo que nos cerca, não tem como negar nossas característica", relatou. E Cristiano Quevedo, sempre mantendo o bom humor falou do prazer em cantar e compor, e da certeza de que vai estar sempre defendo por onde for o Rio Grande do Sul e sua riqueza cultural. Quevedo também fez questão de falar do escritor e cineasta Tabajara Ruas, patrono da Feira. "Fico feliz com essa homenagem ao Tabajara, afinal ele é um grande conhecedor e defensor de nossa história", salienta.
Após conversar com o público, os quatro mestres gaúchos cantaram juntos, num momento de grande emoção e mostra de talento. Os quatro gaúchos foram embora mas a chama do amor pelas raízes e tradições ficou acessa em cada um dos presentes que ali estavam (e não eram poucos, o espaço da Feira ficou lotado) como eles queriam. "Somos iguais e uma coisa: fazemos música com amor, queremos que as pessoas entendam nossa mensagem", disseram.
Colaboração: www.olaserragaucha.com.br
Marcadores:
bate-papo,
Bento Gonçalves,
Feira do Livro,
literatura,
música gaúcha,
nativismo
Assinar:
Postagens (Atom)













