sexta-feira, 15 de maio de 2009

Procedência: novo CD de César Oliveira e Rogério Melo

Projeto do novo CD da dupla


A dupla César Oliveira e Rogério Melo trabalha em um novo projeto musical: o CD "Procedência". Esse trabalho será composto de dois discos, um deles com composições de Rogério Villagran que serão interpretadas por César Oliveira e outro com composições de Anomar Danúbio Vieira e a interpretação de Rogério Melo. Cada um dos discos conta com a interpretação do dueto em 5 faixas.


A chegada do CD está prevista para o mês de julho:


"Apegos e anseios do meu canto"


Rogério Villagran


César Oliveira


"Regional"


Anomar Danúbio Vieira

Rogério Melo

César Oliveira e Rogério Melo: 1º disco duplo


Fonte: Blog Pulperia




terça-feira, 12 de maio de 2009

Raineri Spohr - Informativo


Pré lançamento do CD "Gaúchos" no Estância de São Pedro

Nos dias 15 e 16 de maio, Robledo Martins e Rui Carlos Ávila fazem o pré lançamento do Cd "Gaúchos" no bar e restaurante Estância de São Pedro em Porto Alegre.No Show, clássicos da música Gaúcha e uma prévia do que vêm por ai com o lançamento do "GAÚCHOS", que vêm sendo considerado como uma grande expectativa e estará nas lojas a partir de Junho. Robledo Martins e Rui Carlos Ávila apresentam o "Gaúchos", com a banda que os acompanha, na próxima sexta e sábado pós 22 horas no Estância de São Pedro em Porto Alegre.



Quando: 15 e 16 de Maio (Sexta e Sábado)
Hora: Pós 22 horas
Onde: Estância de São Pedro [Rua João Alfredo 383, quase esquina com a República, Cidade Baixa em Porto Alegre]
Reservas: (51) 32263082



Aline Ribas
Produtora Executiva Gaúchos
Robledo Martins & Rui Carlos Ávila
(53) 91426167
(53) 91444494
producaogauchos@hotmail.com

Cristiano Quevedo - informativo


sexta-feira, 8 de maio de 2009

CEVANDO UM MATE


PROGRAMA CEVANDO UM MATE

A região de Santa Cruz do Sul , agora possui um espaço reservado para o Nativismo na TV , o PROGRAMA CEVANDO UM MATE . O programa tem direção e apresentação do Jornalista Valdemar Mancilhas , profundo conhecedor da arte musical gaúcha e dos usos e costumes do nosso povo , na produção executiva deste projeto está a Virtual produtora , empresa com grande destaque no ramo audiovisual da região.


( Matias Moura e Valdemar Mancilhas na gravação do programa)

CEVANDO UM MATE , é veiculado pelo canal 20 da NET , Santa Cruz do Sul , com exibições , Sábado , Domingo e Segunda , em diferentes horários , além disso o programa vem buscando acompanhar os avanços tecnológicos , está sendo preparado para ser exibido também na internet.

" o programa cevando um mate , é um espaço que nós criamos para que as pessoas que trabalham com cultura gaúcha no nosso estado possam mostra seu trabalho na TV " diz Mancilhas.


( Grupo Os Urutau fazendo mais uma apresentação no CEVANDO UM MATE)

SE você é músico e quer divulgar seu trabalho na TV , entre em contato conosco.

Matias Moura email e msn .matias.moura@hotmail.com

Fone: 93472503 , ou 3056-2994 ( Rádio Comunitária de Santa Cruz do Sul)

Valdemar Mancilhas email e msn mancilhas@bol.com.br

Fone: 96912373 , ou 21074140, ou3715-7100.


Te esperamos CEVANDO UM MATE .

MATIAS MOURA DE CAMPO E ALMA DIVULGAÇÃO.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Milonga deixa prêmio em casa

Transparência, uma milonga de Hércules Grecco e Almo Luis da Silva; que também foi o intérprete e dividiu o palco com suas duas filhas e com o violonista Maurício Lopes, conquistou a simpatia dos jurados e venceu a 4ª Capela da Canção Nativa, neste último final de semana entre os dias 1º e 3 de maio, na cidade de Amaral Ferrador. A composição ainda foi premiada como melhor letra e representou a cidade que sediou o evento.
Mais do que vencer, o mesmo conjunto que subiu ao palco na composição vencedora também apresentou Repisando rastros, uma letra de Gilmar Batista e música de Almo Luis da Silva aclamada pelo público presente como a mais popular desta edição. A segunda colocada Um paraíso o teu olhar representou Piratini; com letra, música e interpretação de Cristiano Quevedo, que levou o prêmio de melhor intérprete por sua boa atuação.
De que valem as bandeiras, uma letra de Caine Teixeira Garcia e música de Zulmar Benitez, levou o terceiro lugar com interpretação de Pirisca Grecco e teve a presença de músicos como Luciano Fagundes, Guilherme Goulart e Clarissa Ferreira. O melhor instrumentista foi Paulinho Goulart por sua atuação em Um paraíso o teu olhar e a melhor indumentária foi para a dupla formada por Ita Cunha e Leonardo Paim, que defenderam a composição Recuerdos. Veja o resultado completo:
1º lugar -
Transparência
Letra: Hércules Grecco (in memorian)
Música e Interpretação: Almo Luis da Silva




2º lugar -
Um paraíso o teu olhar
Letra, música e interpretação: Cristiano Quevedo



3º lugar -
De que valem as bandeiras?
Letra: Caine Teixeira Garcia
Música: Zulmar Benitez
Intérprete: Pirisca Grecco



Melhor letra:
Transparência



Melhor indumentária:
Ita Cunha e Leonardo Paim




Melhor intérprete:
Cristiano Quevedo




Melhor instrumentista:
Paulinho Goulart





Música mais popular:
Repisando rastros
Letra: Gilmar Batista
Música e interpretação: Almo Luis da Silva








quarta-feira, 29 de abril de 2009

4ª Capela da Canção Nativa - Amaral Ferrador



ESTRONDO LEGÜERO

Letra: SÉRGIO TEIXEIRA

Música: ZULMAR BENITEZ

Cidade: BAGÉ


MEU MUNDO

Letra: SÉRGIO SODRÉ PEREIRA

Música: RODRIGO BARRETO

Cidade: MONTENEGRO/AMARAL FERRADOR


QUANDO PARTE UM CAMPEIRO

Letra: JOÃO STIMAMILIO

Música: DIEGO GEISLER

Cidade: PORTO ALEGRE


ZAMBITA DE LAS NOCHES

Letra: NINO FERRAZ

Música: DAVI COVALESKY

Cidade: ENCRUZILHADA/PELOTAS


TRANSPARÊNCIA

Letra: HÉRCULES GRECCO

Música: ALMO LUIS A. DA SILVA

Cidade: PORTO ALEGRE/AMARAL


O GUITARREIRO E O RIO

Letra: DIEGO GUTERRES

Música: TIAGO OLIVEIRA

Cidade: ENCRUZILHADA


FLOR GAÚCHA

Letra: MARCIO NUNES CORRÊA, JULIANO MORENO E ZÉ RENATO DAUDT

Música: JULIANO MORENO

Cidade: SANTANA DO LIVRAMENTO


RIO DE SAUDADE

Letra: HELVIO L.CASALINHO E JOSÉ F. GONZALES

Música: HELVIO L.CASALINHO E FABIANO BACCHIERI

Cidade: PELOTAS


ALAMBRADOR E GUITARREIRO

Letra: ÉDER ROSA

Música: ÉDER ROSA

Cidade: CAPÃO DO LEÃO


COM JEITO DE CAMPO

Letra: MÁRCIO RODRIGUES

Música: LUIS CARDOSO

Cidade: SANTANA DO LIVRAMENTO


AOS MEUS OLHOS A METADE DE MIM

Letra: FREDERICO VIANNA

Música: FREDERICO VIANNA

Cidade: PELOTAS


DO FILHO DA BUGRA

Letra: OLAVO O. LORETO

Música: JEAN ALLAMA

Cidade: PORTO ALEGRE/GUAIBA


UM PARAÍSO O TEU OLHAR

Letra: CRISTIANO QUEVEDO

Música: CRISTIANO QUEVEDO

Cidade: PIRATINI


ASSUNTOS DE ESTÂNCIA

Letra: JOÃO STIMAMILIO

Música: DIEGO GEISLER E ÉRLON PÉRICLES

Cidade: PORTO ALEGRE


A PALAVRA

Letra: NINO FERRAZ

Música: RUI CARLOS ÁVILA

Cidade:ENCRUZILHADA/ PELOTAS


REPISANDO RASTROS

Letra: GILMAR BATISTA

Música:ALMO LUIS A.DA SILVA

Cidade: ENCRUZILHADA/ AMARAL


AO SOM DO GUITARREIRO

Letra: JEAN ROBERTO BARBOSA

Música: CRISTIANO VIEIRA

Cidade:SÃO LOURENÇO DO SUL


TRIBUTO À LAGOA

Letra: CLÉIA DRÖSE

Música: FERNANDO TEIXEIRA

Cidade: SÃO LOURENÇO DO SUL


RECUERDOS

Letra: BELMIRO PEREIRA

Música: LUIS CARDOSO

Cidade:SANTANA DO LIVRAMENTO


DE QUE VALEM AS BANDEIRAS?

Letra: CAINE TEIXEIRAGARCIA

Música: ZULMAR BENITEZ

Cidade: BAGÉ


DESTINO DE ANDAR

Letra: FREDERICO VIANNA

Música: FREDERICO VIANNA

Cidade: PELOTAS


DE CAMPEREAR OS SILÊNCIOS

Letra: OLAVO O. LORETO

Música: JEAN ALLAMA

Cidade: PORTO ALEGRE / GUAÍBA


BAILE DE RANCHO

Letra: EDILBERTO TEIXEIRA

Música: SILVIO COSTA

Cidade:SÃO GABRIEL


DE SOLIDÃO

Letra: VASCO VELLEDA

Música: CRISTIANO QUEVEDO

Cidade: PIRATINI


S U P L E N T E S:


QUE IMPORTA AO CORAÇÃO

Letra: JOSÉ ROBERTO MARTINS

Música: JOÃO ANTONIO POKORSKI

Cidade: GUAÍBA


DO SALADEIRO À RETORNO

Letra: CAINE TEIXEIRA GARCIA

Música: CAINE TEIXEIRA GARCIA

Cidade: BAGÉ

* Fonte: Blog Na rota dos festivais - www.narotadosfestivais.blogspot.com

Pré - lançamento de "Gaúchos" no Rodeio Internacional de Pelotas

Na noite de 20 de Junho, Robledo Martins e Rui Carlos Ávila fizeram o pré lançamento do CD Gaúchos no palco do Rodeio Internacional na cidade de Pelotas. O já tradicional evento, aconteceu entre os dias 18 e 21 de Abril e levou ao parque de rodeios Morada do Sol milhares de pessoas que tiveram a oportunidade de prestigiar em primeira mão o show da mais nova dupla contratada da gravadora Vertical.
Gaúchos - Robledo Martins e Rui Carlos Ávila
"Esse foi o primeiro passo dos Gaúchos, vem muito mais por aí!"; essas foram as palavras de Rui Carlos Ávila ao descer do palco. Robledo Martins falou da importância desse primeiro trabalho da dupla: "O CD Gaúchos é a cara do Rio Grande, esse tipo de manifestação só nos enche de orgulho", salientou o cantor, se referindo ao público. A repercussão do trabalho no palco foi excelente, o que deixa no ar uma expectativa ainda maior com relaçãoi a chegada do CD nas lojas. O primeiro trabalho da dupla tem previsão de lançamento para Junho e trará o selo da gravadora Vertical. É esperar e conferir!

Aline Ribas
Produtora Executiva Gaúchos
Robledo Martins & Rui Carlos Ávila
(53) 91426167
(53) 91444494
producaogauchos@hotmail.com

terça-feira, 28 de abril de 2009

O canto que se estende "por campo e galpões"


Por João Cléber Caramez


Grande revelação do nativismo nos últimos anos, Raineri Spohr lança seu primeiro trabalho "Por campo e galpões" e nos fala um pouco da concepção deste disco, sua carreira através dos festivais, como a Sapecada da Canção Nativa, em Lages, do qual venceu o ano passado e recentemente a 4ª Nevada da Canção, realizada em São Joaquim, em que sagrou-se melhor intérprete e ainda vencedor com a composição "Que pecado, parceiro", além de tantos outros. O De terra, campo e galpão te convida a conhecer um pouco mais sobre esse talentoso músico. Confira a entrevista:




Como começou a tua carreira na música nativista?
Raineri: Tchê, é o seguinte!!! Começou aos 12 ou 13 anos, não lembro muito bem, em Dom Pedrito ( minha cidade natal) quando professores selecionavam crianças para cantar no festival das escolas da cidade. Desde então, peguei gosto pelo canto e imagens maravihosas que tem o nosso RS, que é lindo !!!




Em Santa Cruz do Sul, durante a 3ª Manoca, divide o palco com Danieli Rosa



Quais foram as tuas influências musicais que tu tens como referenciais no nativismo?
Raineri: Referência ...Primeiros cantores que escutei do nativismo foram Cesar Passarinho, Leopoldo Rassier e José Claudio Machado (num LP dos Serranos). Outro grande "Canário Mestre" como digo é Luiz Marenco, com certeza . E entre outros estilos que são nativistas também estão Almir Sater, Renato Teixeira e Dominguinhos que cantam sua terra e suas histórias com alma e coração.


“Por campo e galpões”, teu primeiro trabalho, já está nas lojas. Fale um pouco sobre o disco, como está a divulgação, a receptividade do público?
Raineri: Este sonho começou em uma conversa com os amigos Juliano Gomes e Edilberto Bérgamo (lá nas casa) em 2006. Conversando a respeito de musica, festival e composições, eu disse que estava afim de gravar um disco, uma espécie de CD ao vivo (Cantando em Festivais). Entre um amargo e outro concordamos que o melhor seria gravar um disco com composições próprias cantando em estúdio. Foram noites e meses selecionando repertório. Atraquei no más! Convidei amigos para fazerem parte deste grande sonho realizado que é o Por Campo e Galpões.
Por ter sido lançado pela gravadora ACIT, está com uma distribuição muito boa. Está chegando nas cidades que talvez não tivesse acesso, se fosse independente, e o pessoal tem comprado!! As rádios, jornais, enfim, a mídia e amigos contribuem muitíssimo e aproveito aqui para agradecer. Eu também compareço nos festivais e eventos para divulgar meu trabalho porque acho muito importante.


Raineri Spohr e Danieli Rosa: múltiplos prêmios na 3ª Manoca do Canto Gaúcho



Como é a tua trajetória nos festivais do estado e qual a importância desses eventos na construção da tua carreira musical?
Raineri: Eu vou aos festivais desde 1996. Falhei alguns anos quando entrei no quartel. Desde então, sempre que posso, vou. Eu acho importantes esses eventos porque são um grande espaço musical, já começa assim!! E sendo um festival de música inédita, é a oportunidade de cada um divulgar seu trabalho e mostrar suas composições, seus poemas, seus arranjos, sua alma!! E com certeza o festival faz parte da vida de cada um que vai lá, assistindo ou participando e certamente é importante para trajetória dos músicos que participam.

Como é a tua relação com os compositores e outros músicos do meio?
Raineri: Totalmente tranquila... Tenho muitos amigos compositores e amigos músicos. Às vezes, acontecem discussões, mas isso é normal (somos seres humanos) hehehe!!! Como toda profissão, sempre tem debate.






Raineri Spohr durante a premiação na 4ª Nevada da Canção


Quais são os teus projetos na continuidade da tua carreira?
Raineri: Primeiro quero ficar na volta desse primeiro filho (o disco). Divulgar bastante, cantar mais ele para as pessoas, depois sim pretendo com certeza gravar outros trabalhos com compositores, músicos e amigos, sempre cantando essas imagens do campo, mas nunca perdendo a autenticidade. Mas já estamos fazendo parte de um grande projeto. Aguardem!!!!!


Tu consideras que a mídia destina pouco espaço ao nativismo e como é a tua relação com os meios de comunicação?
Raineri: Acho que não!!! Não posso reclamar. Os meios de comunicação estão aí!! Falta é a nossa procura mesmo. São inúmeras as formas de se divulgar o trabalho hoje em dia: internet (Blogs, Musicblog, Palco mp3, Myspace, e - mails...), rádios de todas as formas, variados programas de TV, entrevistas... têm muitos meios.
Só acho que a nossa música precisa mais do carinho de cada um, tratá-la com respeito para ser respeitada.

Capa do seu 1º CD - "Por campo e galpões"



Tu acreditas que existem poucos locais para que os artistas regionais possam mostrar seu trabalho ou isso é um mito que foi criado?
Raineri: Como vinha falando antes... Lugares têm!!!
Com esses inúmeros meios, hoje em dia, facilita muito de o artista ir com seu trabalho de cidade em cidade.
Mitos sempre aparecem.
Pode ser que tivessem mais festivais, bares e lugares para a música nativista antigamente, não sei. O fato é que não é fácil manter uma casa com um só público, é muito trabalho e persistência e por isso parabenizo a quem o faz. Mas se dermos as mãos e trabalharmos juntos, acontece muito mais pra nossa música e para nossa cultura.



Deixe um recado a todos os que admiram o teu trabalho e os teus contatos.
Raineri: Agradeço desde já pela oportunidade. O recado que deixo é meu muito obrigado a vocês do programa De terra,campo e galpão por este espaço, pelas pessoas que gostam e acompanham meu trabalho, pelos amigos que fizeram e fazem parte desta pequena história iniciada e a todos que ainda vão escutar!!! Gracias.
Um forte abraço.



...Canto o homem do campo pelo seu espírito de luta;
...Canto as lidas campeiras por suas imagens e poesias;
...Canto a terra por suas vibrações e sua história;
...Canto por quem faz, respeita e merece.



tel: (53) 8433 - 3390
Confira fotos de festivais, músicas e muito sobre Raineri Spohr através dos links:
http://www.myspace.com/rainerispohr My Space Raineri Spohr
http://rainerispohr.musicblog.com.br/ Blog Por Campo e Galpões
http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/raineri_spohr/ palco MP3 Raineri Spohr
http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=1844185 comunidade Raineri Spohr no Orkut

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Milonga "De pelo e verso" vence Galponeira em Bagé

A 6ª Galponeira da Canção aconteceu entre os dias 17 e 19 de abril, na cidade de Bagé. A realização do festival ficou a cargo da Secretária Municipal de Cultura. Os jurados do festival foram Cristiano Quevedo, Adair de Freitas, Luiz Godinho, Severino Moreira e Tiago Cesarino. Veja os resultados finais:


1º lugar: De pelo e verso
1º lugar
De pelo e verso -milonga
Letra: José Carlos Batista de Deus
Música: João Bosco Ayala
Intérprete:Robledo Martins


2º lugar: O adeus dos desmamados


2º lugar
O adeus dos desmamados - milonga
Letra e Música: Volmir Coelho e Robson Garcia
Intérpretes: Volmir Coelho e Robson Garcia

3º lugar: Velha carona


3º lugar
Velha carona - milonga
Letra: Élvio Luis e Deivid Damasceno
Música: Raineri Sphor e Pablo Estinia
Intérprete: Nilton Ferreira

Mais popular
Quando a paixão me desarma - milonga
Letra: Adão Quevedo
Música: Danilo Kuhn
Intérprete: Robledo Martins

Melhor letra: De pelo e verso


Melhor letra: De pelo e verso
Melhor melodia: O adeus aos desmamados
Melhor arranjo: O adeus aos desmamados
Melhor intérprete: Robledo Martins
Melhor instrumentista: Clarissa Ferreira

* Fotos: Jornal O Minuano - Bagé

Tema campeiro fecha Nevada com vitória

A 4ª Nevada da Canção Nativa, de São Joaquim - SC, foi um grande sucesso durante a Festa Nacional da Maçã. O festival aconteceu entre 17 e 19 de abril e contou com a participação de grandes nomes da música nativista, que proporcioaram ao público um espetáculo de muita qualidade. Veja o resultado final:
1º lugar
Que pecado, parceiro
Letra: Fábio Maciel e Fabrício Marques
Música: André Teixeira
Intérprete: Raineri Spohr

2º lugar
Sucessão
Letra: Guilherme Collares
Música: Juliano Gomes e Cristian Camargo
Intérprete: Marcelo Oliveira

3º lugar
Muito além da minha tropa
Letra e Música: Rogério Villagran
Intérprete: Índio Ribeiro e Quateto Coração de Potro

Música mais popular
Côsa Braba
Letra e Música: Ângelo Franco
Intérprete: Ângelo Franco

Melhor tema tropeiro
De tropas serranas
Letra: Raul Boscato
Música: Artur Boscato
Intérprete: Grupo Floreio Nativo

Melhor Arranjo e Melhor Letra
Sucessão
Letra: Guilherme Collares
Música: Juliano Gomes e Cristian Camargo
Intérprete: Marcelo Oliveira

Melhor Melodia
Pétala D'água
Letra: Adriano Alves e Otávio Severo
Música: Roberto Borges
Intérprete: Roberto Luçardo

Melhor Instrumentista
Zelito Ramos

Melhor Intéprete
Raineri Spohr

Pré - lançamento do CD Gaúchos

Robledo Martins e Rui Carlos Ávila: Gaúchos


Robledo Martins e Rui Carlos Ávila farão o show de pré lançamento do cd Gaúchos no Rodeio Internacional de Pelotas na próxima segunda feira 20 de Abril (véspera de feriado). No repertório estão grande parte das faixas que compõem o primeiro cd da dupla. Robledo e Rui, uniram suas carreiras em meados de 2008 e entraram em estúdio para realizar a gravação do primeiro trabalho que tem o lançamento oficial previsto para Junho.Gaúchos tráz em suas faixas musicas consagradas em festivais e regravações de grandes artistas, além da participação especial de Luiz Marenco.O show de pré lançamento do cd Gaúchos, acontece pós 19 horas no Rodeio Internacional de Pelotas no parque de rodeios Morada do Sol. Os ingressos custam R$ 8,00 e o estacionamento R$ 5,00 o público tem a opção de adquirir tambem o passaporte para os quatro dias de rodeio ao preço de R$ 30,00. Pelo palco do rodeio tambem irão passar no domingo César Oliveira e Rogério Melo e na terça Joca Martins.

Agenda de shows:
17, 18 e 19 / 04 – Galponeira da Canção – Bagé
20 / 04 – Pré lançamento – CD GAÚCHOS – Rodeio Internacional de Pelotas
1º, 2 e 3 / 05 – Capela da Canção – Amaral Ferrador
15 e 16 / 05 – Estância de São Pedro – Porto Alegre
21 / 05 – Remate da Cabanha El Caminante – Pelotas
12 / 06 – Lançamento oficial do CD GAÚCHOS – Pelotas (Theatro 7 de Abril, 21h)


Aline Ribas
Produtora Executiva Gaúchos
Robledo Martins & Rui Carlos Ávila
(53) 91426167
(53) 91444494
producaogauchos@hotmail.com

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Rodeio Internacional de Pelotas

A cidade já entrou em festa. O Rodeio Internacional de Pelotas, deve levar ao Parque Morada do Sol um público aproximado de 25 mil pessoas durante os quatro dias de festa. No total, mais de R$ 40 mil serão entregue. O vencedor da gineteada levará para casa um carro (Fiat Uno – modelo 2010) zero quilometro e o vencedor do tiro de laço será contemplado com uma moto (Honda CG 125), também zero quilometro. Está confirmada a presença dos melhores ginetes (num total de 100) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Uruguai e Argentina. Outro destaque durante o Rodeio serão as apresentações artísticas das entidades tradicionalistas de Pelotas e região. Diariamente, a música começa a rolar às 15h e não tem hora para acabar. Além de grupos tradicionalistas como Tchê Bagual, Só Fandango e Querência, já está confirmada a presença das bandas de maior sucesso de Pelotas como, Agora é Pra Valer, Entrecot, Kenticonvido, Jeff e Banda, Euseiki Tudanssa e Jéferson.
No palco principal os shows de:
Dia 19, Domingo, a dupla César Oliveira e Rogério Mello.
Dia 20, Segunda, Robledo Martins e Rui Carlos Ávila com o pré lançamento do Cd Gauchos
Dia 21, Terça, Joca Martins.
Promoção e Realização: X 13 Produções
Data: de 18 a 21 de abril
Local: Parque de Eventos Morada do Sol – Av. 25 de Julho, 3735
Horário de funcionamento: das 8h de sábado (18) às 24h de terça-feira, 21.
Valor: R$ 8,00 por pessoa R$ 5,00 estacionamento com seguro R$ 30,00 passaporte – com acesso ao acampamento, estacionamento e entrada livre todos os dias.•
Crianças menores de 10 anos não pagam.

Colaboraçao de Aline Ribas

quarta-feira, 1 de abril de 2009

2º Canto Missioneiro é vencido por um chamamé

O festival 2º Canto Missioneiro da Música Nativa foi realizado de 26 a 29 de março em Santo Ângelo. O Teatro Municipal Antonio Sepp recebeu as duas primeiras noites classificatórias e na final, sete mil pessoas compareceram em frente à Catedral Metropolitana para apreciar a boa música nativista apresentada no festival. A organização do evento ficou por conta da Prefeitura Municipal de Santo Ângelo, através da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Juventude, com produção e coordenação da Gente Gaúcha Produções. Os jurados do festival foram o cantor e compositor Ângelo Franco, o compositor João Sampaio, a cantora Fátima Gimenez, o músico Nelcy Vargas e Augustinho. Confira o resultado completo:

Grande vencedora e música mais popular: Fazendo cerca


1º lugar - Fazendo cerca

Letra: Binho Pires

Música: Érlon Péricles

Intérpretes: Érlon Péricles e Juliano Moreno

2º lugar - Das invernias

Letra e Música: Edson Macuglia

Intérprete: Leonardo Morales



Das invernias, no palco, durante a classificatória

3º lugar - Oito tentos

Letra: Carlos Omar VilelaGomes

Música: JairMedeiros

Intérprete: Jean Kirchoff

Melhor tema missioneiro - Da cultura que eu trago no verso

Letra: Rômulo Chaves

Música: Arakén Maicá

Intérpretes: Armando e Arakén Maicá

Melhor melodia - Das invernias

Letra e Música: Edson Macuglia

Intérprete: Leonardo Morales

Melhor letra - Meu canto
Letra: Vaine Darde

Música: Antonio Rycardo

Intérprete: Antonio Rycardo

Música mais popular - Fazendo cerca
Letra: Binho Pires

Música: Érlon Péricles

Intérpretes: Érlon Péricles e Juliano Moreno

Melhor intérprete
Vinícius Brum

Melhor instrumentista
Tiago Quadros

Fotos: Jairo Reis e Juliano Moreno

quinta-feira, 26 de março de 2009

Juliano Moreno: nova geração do nativismo aos poucos ganha espaço

Juliano Moreno lançou recentemente o seu segundo trabalho intitulado "Debaixo da mesma sombra", com composições do poeta João Sampaio. O cantor santanense, reconhecido pelo seu bom histórico nos festivais nativistas do estado, busca a sua afirmação como um dos melhores intérpretes da nossa música, como provou no 10º Um canto para Martin Fierro, em dezembro, ao interpretar as canções vencedoras das edições anteriores ao lado de Leôncio Severo e ainda arrebanhar o troféu de melhor intérprete do festival de sua terra. Saiba um pouco mais de Juliano Moreno, sua carreira, seus planos e o seu carinho por Santana do Livramento nesta entrevista cedida ao De terra, campo e galpão:

Por João Cléber Caramez

1- Como foi o início da tua carreira musical?

Juliano- Bom, o início da minha carreira musical aconteceu através da influência musical na minha família. Meu irmão cantava e tocava violão e minha irmã é pianista e cantora. Na verdade, cada um tomou seu rumo e o único que escolheu a carreira musical fui eu, talvez por ser meu destino. Inicialmente, fui aluno de gaita do Leonel Gomez, mas, em muito pouco tempo de aula vi que gaita não era para mim, se passaram alguns meses e comecei a aprender violão com meu pai, que viu a minha vocação e me levou até um professor que me ensinou o básico, suficiente para acompanhar meu canto, pois, era isso que eu definitivamente gostava.




Capa do 2º CD - Debaixo da mesma sombra

2- O que representou para ti, a época em que integraste o Grupo Charla de Fronteira?

Juliano- Significou o início da minha trajetória musical, uma época que vivi com gosto de viver, voltando meus pensamentos só para a música. O convívio ao lado do Daniel, do Fabianinho, do Paulo Henrique e do Beto Giordani foi de aprendizado e ao mesmo tempo enriquecedor para vida de cada um de nós. Aprendemos o que era realmente uma verdadeira amizade, pois, mesmo com minha saída do grupo somos amigos até hoje sem rancor ou ressentimento. Muitas vezes, eu e o Daniel comemos um assado a moda fronteira e tomamos um vinho bueno do Uruguai.

3- Em termos de carreira solo, como foi a receptividade do teu primeiro trabalho "Aos olhos da pampa" e o que ele significa para ti?

Juliano- Foi o primeiro passo da minha carreira de cantor. O fato do CD Aos olhos da pampa ser lançado independente, dificultou um pouco no começo, mas com a tecnologia avançada de hoje, encontrei como comercializá-lo sem as pessoas terem que procurar em lojas através da internet, tornando assim, a receptividade muito boa. Pelos meus cálculos até hoje foram vendidos mais de 1 mil exemplares, sendo que, a primeira tiragem foi de mil cópias e em meados do ano passado foi feita uma nova tiragem. A significância de um primeiro CD solo é muito grande. Ali se cria um nome, se cria uma identidade musical, se mostra pra os exigentes amantes da música nativista qual rumo que o cantor vai seguir em sua carreira, por isso é muito importante.




Durante apresetação no Martin Fierro, do qual foi melho intérprete em 2008

4- Qual é a grande importância dos festivais nativistas para a tua carreira? Conte um pouco da tua recente trajetória nestes palcos.

Juliano- Os festivais são importantes não só para carreira de cantor, mas sim para a vida em si. Ali aprendemos com os erros, obtemos personalidade, conquistamos amigos daqueles que é pra vida inteira. Vemos coisas ruins também, mas isso tento deixar pra trás, porque com certeza as coisas boas que acontecem inibem tudo de ruim que acontece. A minha recente trajetória é marcada por momentos felizes, ao lado de minha família, de meus amigos e companheiros musicais. Meu primeiro festival profissional foi a Ronda de São Pedro de São Borja, festival que tenho muito carinho por que me recebeu de portas abertas sempre que pisei naquele palco, é onde a gente nota que as pessoas te admiram pelo teu trabalho. Foi lá que classifiquei a musica Botando o laço em parceria com o poeta santanense Marciano Reis. Meses depois, essa mesma música foi classificada para uma eliminatória da 34ª Califórnia da Canção de Uruguaiana e de lá para cá foi só alegria.

5- As grandes parcerias musicais são fundamentais no nativismo. Como é a tua relação com os outros músicos do meio?

Juliano- A minha relação com outros músicos é a melhor possível, admiro quem faz pelo nativismo, quem merece realmente, quem tem identidade, quem contribui ao cantar o que é nosso; não os que cultivam culturas alienígenas cantando muitas vezes por ajudas de custo. Aos que não são, a meu ver, favoráveis ao meio, respeito porque são mortais iguais a mim e precisam viver. O mercado muitas vezes obriga-os a praticarem este tipo de ato, mas cada um no seu canto e com seu canto. Cito como exemplo de identidade no RS, os mestres Luíz Marenco e Joca Martins, cantores que sempre admirei desde quando nem pensava em cantar. Neles vejo todo o referencial de uma época da música gaúcha, e nessa época foi onde me criei, ouvindo as maravilhas que esses dois já fizeram pela música.

6- "Debaixo da mesma sombra", em parceria com o João Sampaio já está rodando nas rádios e à venda no mercado. Como está a divulgação deste trabalho e como tu percebes a receptividade das pessoas?

Juliano- Bom, em primeiro lugar vejo a receptividade das pessoas muito boa, um trabalho em parceria com o João Sampaio só me enche de alegria e faz com que eu agradeça a Deus todos os dias por ter conhecido este irmão. Quanto a divulgação, ainda não é nada boa, talvez pelo fato de eu estar recém trilhando um caminho na música ou por algum outro motivo que não sei explicar. Não vejo distribuição do CD através da gravadora e tampouco recebo alguma satisfação.




Capa do 1º CD - Aos olhos da pampa


7- Quais são os teus planos para a carreira em um futuro próximo?

Juliano- Meus planos para carreira é a gravação de um terceiro CD com as minhas músicas premiadas em festivais, porque sinto a necessidade do povo que gosta do nativismo conhecer as músicas que realmente mostram o que fazemos pelos palcos dos festivais.

8- Quais são as músicas que te marcam e são referências da tua musicalidade?
Juliano- Como já disse anteriormente, me criei ouvindo o Marenco e o Joca. Então, creio que o trabalho deles tenha influência no meu canto. Nos dias de hoje, o que tem influenciado as minhas músicas é o folclore sul-americano, em seus vários ritmos, como zambas, chacareras, um pouco de tangos, entre outros. O que tenho escutado basicamente é Chango Farias Gomez, Alfredo Zitarrosa, Teresa Parodi e Ramona Galarza, mas aquilo que se destaca atualmente é Jorge Cafrune.




Juliano Moreno ao receber mais um de seus prêmios, durante a 5ª Galponeira

9- Vamos cerrar a armada do laço que a cancha se finda. Fale um pouco do teu amor por Santana do Livramento e deixe um chasque para todos aqueles que te admiram.
Juliano- Bueno, ser filho de Santana, um berço da música nativista no estado, é muito gratificante. Aqui se bebe água pura do cerro do Registro, se come a melhor carne de ovelha do mundo, entre tantas outras coisas maravilhosas. Tiro o chapéu para esta terra que me viu nascer e com certeza vai me ver partir. Agradeço a todos os que gostam do meu humilde trabalho, pois é feito de coração e podem ter a certeza que enquanto tivermos forças, vamos cantar sempre o que é nosso e fazer disso um imenso horizonte para o resto da vida. Muito obrigado e um abraço ao pessoal dos programas De terra, campo e galpão e De campo e alma da Rádio Comunitária FM 105,9 de Santa Cruz do Sul. São atitudes como essa de vocês que aproximam o cantor de quem o escuta porque podemos contar um pouco mais de sua vida e levando seu canto, aos mais longínquos rincões do estado.

quarta-feira, 25 de março de 2009

A MAIOR FESTA CAMPEIRA DO ESTADO


Na noite (22/03), no Parque Nercy Liberato da Conceição, em Santo Augusto, a 21ª edição da Festa Campeira do Rio Grande do Sul (FECARS). A categoria Laço Seleção, uma das principais da competição, foi conquistada pela 25ª Região Tradicionalista (RT). A 15ª RT e a 23ª RT conquistaram o segundo e o terceiro lugar, respectivamente.



O troféu da modalidade Braço Diamante, disputada pelos vencedores das edições anteriores do evento, foi para Jose Fernando Pires, do PL Porteira Picadilly, de Igrejinha, na 22ª RT. Já a categoria Braço de Ouro teve como vencedor Athos Ayres Torres, do Piquete Alma Nativa, de Faxinalzinho, na 19ª RT. Marcos Leandro, do Piquete Nativista Farroupilha, de Triunfo, 15ª RT foi o campeão da categoria Laço Individual Peão e na modalidade Gineteada, o vencedor foi Francisco Valdir dos Santos, do CTG Sinuelo do Pampa, de Caxias do Sul, 25ª RT. Os resultados completos da FECARS 2009 podem ser conferidos no site http://www.mtg.org.br/.



A FECARS reúne os melhores talentos da arte campeira em mais de 20 modalidades de disputa, incluindo prova de laço, gineteada, prova cura terneiro, vaca parada, entre outras. O evento também conta com provas esportivas, como o truco cego, tava e tetarfe.

Att,Felipe BassoEMC Comunicação Empresarial
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quarta-feira, 18 de março de 2009

Zamba vence Reponte com nota máxima

Na madrugada da última segunda - feira (16/03), conhecemos as grandes vencedoras do 25º Reponte da Canção, de São Lourenço do Sul, um dos principais festivais do nosso estado. O evento realizado no Galpão Crioulo do município foi tomado por milhares de visitantes durante o fim de semana. Depois de uma grande disputa, 18 canções representativas da cultura do pampa foram classificadas para disputar os prêmios.
A modalidade de premiação mudou este ano: ao contrário das edições anteriores, todos os finalistas ganharam prêmio em dinheiro – R$ 4 mil cada. O evento ganhou um formato mais cultural do que competitivo com essa inovação, já que a ajuda de custo possibilita contemplar a todos os finalistas da mesma forma. A triagem recebeu cerca de 600 composições de alguns estados brasileiros e de países como a Argentina e o Uruguai. Confira o resultado completo do festival:



1º LUGAR (LINHA LIVRE) - O POETA E A ESTRELA (Média dos jurados 10,00)
Autor da Letra: Carlos Omar Villela Gomes
Autor da Música: Nilton Ferreira
Interpretação: Ângelo Franco, Robledo Martins e Nilton Ferreira
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Acesse e veja o vídeo de "O poeta e a estrela" no endereço http://www.youtube.com/watch?v=nYX-abuHfJA
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2º LUGAR (LINHA LIVRE) - CUNUMI (Média dos jurados 9,67)
Autor da Letra: Xirú Antunes
Autor da Música: Edilberto Bérgamo
Interpretação: Edilberto Bérgamo



Grande festa dos vencedores com a composição O poeta e a estrela


1º LUGAR (LINHA CAMPEIRA) - AL SUR TU PURAJHEI (Média dos jurados 9,25)
Autor da Letra: Martim César Gonçalves
Autor da Música: Aluisio Rockemback
Interpretação: Luíz Marenco

2º LUGAR (LINHA CAMPEIRA) - A PEDRA DA BOLEADEIRA (Média dos jurados 8,00)
Autor da Letra: Gujo Teixeira
Autor da Música: Mauro Moraes
Interpretação: Marco Aurelio Vasconcelos

MÚSICA MAIS POPULAR - NA SOMBRA DO MEU CAVALO
Autor da Letra: Lauri Lopes
Autor da Música: Vilson F. Silva
Interpretação: Cristiano Quevedo e Tuti

MELHOR LETRA (LINHA CAMPEIRA) - A PEDRA DA BOLEADEIRA
Autor da Letra: Gujo Teixeira
Autor da Música: Mauro Moraes

Ângelo Franco, Robledo Martins e Nilton Ferreira: melhores intérpretes do festival


MELHOR LETRA (LINHA LIVRE) - O POETA E A ESTRELA
Autor da Letra: Carlos Omar Villela Gomes
Autor da Música: Nilton Ferreira

MELHOR MELODIA - AL SUR TU PURAJHEI
Autor da Letra: Martim César Gonçalves
Autor da Música: Aluisio Rockemback

MELHOR TEMA LITORÂNEO - O PEIXE DE CADA DIA
Autor da Letra: Adão Quevedo
Autor da Música: Adão Quevedo
Interprete: Vitor Hugo

MELHOR ARRANJO INSTRUMENTAL - CLAVE DE VENTO
Autor da Letra: Jaime Vaz Brasil
Autor da Música: Adriano Sperandir

MELHOR PESQUISA - A PEDRA DA BOLEADEIRA
Autor da Letra: Gujo Teixeira
Autor da Música: Mauro Moraes

MELHOR INSTRUMENTISTA - Arthur Bonilla (em O POETA E A ESTRELA)

MELHOR INTÉRPRETE - Robledo Martins, Ângelo Franco e Nilton Ferreira (em O POETA E A ESTRELA)
Colaborações de Aline Ribas



quinta-feira, 12 de março de 2009

Renato Borghetti realiza seu espetáculo "Fandango" em Santa Cruz do Sul

Por João Cléber Caramez

Renato Borghetti, considerado o maior gaiteiro do mundo, esteve em Santa Cruz do Sul no último sábado (07/03) com o seu espetáculo "Fandango", que também intitula o seu novo CD. As formações do grupo alternam quartetos, quintetos e sextetos. No show realizado em Santa Cruz do Sul, na praça Getúlio Vargas, trouxe ao palco um quarteto, com Daniel Sá nos violões, Pedrinho Figueiredo na flauta e sax e Vitor Peixoto nos teclados.




Este evento faz do projeto "Energias Sonoras", onde espaços públicos de cinco cidades gaúchas recebem o projeto em março. A estréia da turnê foi em Santa Cruz do Sul (dia 7 de março) e a seguir foi a vez de São Leopoldo (dia 8). As apresentações seguem em Santa Maria (dia 13), Santiago (dia 14) e Uruguaiana (dia 15). Os shows têm entrada franca contam com o patrocínio da AES SUL, financiamento da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e realização da Cida Planejamento Cultural.




Lançado em 2007, Fandango é o mais recente trabalho de Borghettinho. Ganhou o prêmio Açorianos de Música nas categorias “Instrumental”, “Disco do Ano” e “Melhor DVD”, além de ter sido a única produção totalmente independente a ser indicada ao Grammy Latino 2008 na categoria “Melhor Álbum de Música Tradicional Regional ou de Raízes”.



Fandango é uma homenagem de Borghettinho à Fazenda do Pontal, em Barra do Ribeiro, às margens do rio Guaíba, sua principal fonte inspiradora. Para gravá-lo, montou um estúdio com os mais modernos equipamentos atualmente disponíveis, harmonizando a tecnologia com a simplicidade do meio rural gaúcho. Suas gravações anteriores foram feitas em estúdios de grandes gravadoras, em grandes centros urbanos. Em Fandango tudo foi captado e gravado no local onde a maioria de suas músicas nasce e onde ele reúne os amigos e a família.



O instrumentista da gaita ponto divulga este trabalho que, como todos os demais, traz em sua base ritmos como o vanerão, chote, milonga e chamamé. O repertório do show reúne músicas de Fandango, como Emily, Pedro no sapato, O pulo do grilo e Milonga para Simões Lopes Neto. E, ainda, as sempre requisitadas Sétima do Pontal, Mercedita e Quilômetro 11, registradas em outros trabalhos de Borghetti, que ganham uma nova leitura, com muita improvisação.



Fotos: João Cléber Caramez

sexta-feira, 6 de março de 2009

DE TERRA, CAMPO E GALPÃO RETORNA NAS MANHÃS DA RÁDIO COMUNITÁRIA

A partir da próxima segunda - feira (09/03), o programa De terra, campo e galpão reestréia na programação da Rádio Comunitária FM 105,9, de Santa Cruz do Sul. A apresentação do programa fica a cargo de João Cléber Caramez.
A principal proposta do programa é trazer a essência do nativismo e fazê-lo acontecer, através da participação dos ouvintes e também pela interatividade fornecida pela internet. Além da boa música, devemos ressaltar aspectos importantes da cultura gaúcha no programa.
O trabalho ao lado de Matias Moura, no programa De campo e alma foi fundamental para que agora seja possível estar a frente de um programa que deve ter responsabilidade e respeito com seus ouvintes. Fico muito feliz pela oportunidade concedida e espero retribuir a altura. Espero que ouçam o programa com cheiro de terra, som do campo e jeito de galpão.
Gracias!!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

"Florencio Molina Campos" Um mestre......

Molina Campos nace en Buenos Aires el 21 de Agosto de 1891.De niño, en el amplio comedor de la estancia paterna, en las vacaciones escolares detenidas por la inundación, comenzó a reproducir las escenas de campo, haciendo mover a sus primeros paisanos cuando tenía nueve años. Así se multiplicaron en la observación los días risueños de la infancia, tratando de captar al gaucho, imitando su lenguaje, sus ademanes, su indumentaria y la inacabable variación de los peligros de sus faenas.
En 1905 frecuenta la Estancia La Matilde, en Chajarí, provincia de Entre Ríos, que había arrendado su padre. Plástico autodidacta, dibujó de niño allí y en el Tuyú, provincia de Buenos Aires. La muerte de su padre, dos años después, quebró una manera de vivir. Realizó sus estudios en los Colegios Lasalle, del Salvador y Nacional Buenos Aires. Egresado del Colegio del Salvador, el trabajo ciudadano le absorbe las horas cortadas por trazos juguetones de un lápiz, tratando de recrear el paraíso perdido, debiendo conformarse con el cambio de las lenguas sureras por un trozo de blanco cartón, en el que aparecerá como en el espejo del doctor Fausto, todo aquello que le había entrado tan hondo. Pero descubre algo: el gaucho utiliza para sus comparaciones, sus apodos, para hacer un relato más florido, una caricatura verbal fruto de una aguda observación que lo descubre todo. De allí lo legítimo de Molina Campos

En 1915 escribe cuentos camperos.En su primera exposición en la Sociedad Rural de Palermo, en 1926, tuvo gran éxito y la visita del propio presidente de la Nación el doctor Marcelo T, de Alvear, quien le nombra profesor de dibujo del Colegio Nacional Nicolás Avellaneda, donde por 18 años dictó la cátedra con el convencimiento, según decía, de sentirse mejor maestro que dibujante.

Escena en la pulpería.

En 1931 gana todos los rincones del país al ser contratado por una empresa comercial para reproducir sus cuadros en sus almanaques. Así sus obras se reproducen por millones y cada hoja mensual adquirirá valor comercial por sí sola. Todos sonríen ante sus paisanos deformados armoniosamente, como le decía Pío Colivadino. El almanaque se reiterará en forma continua hasta 1936, y se repetirá entre 1940 y 1945.
En 1932 contrae nupcias con María Elvira Ponce Aguirre, mendocina, sobrina del ilustre Dr. Carlos Ponce y nieta de Don José Rudesindo Ponce, fundador del Banco de Previsión Social.
Luego, en 1939 es contratado por firmas norteamericanas para efectuar publicidad comercial; campañas de seguridad, avisos a doble página en las más afamadas revistas, cartelones en los caminos, hacen de su obra el motivo para declararla de la mayor aceptación del año

En 1942 realiza una muestra en el Museo de Arte de San Francisco, U. S. A. Walt Disney lo contrata como asesor artístico para la producción de dibujos animados de ambiente argentino. Expone con otros dibujantes de Walt Disney en el Chouinard Art Institute y en la Laguna Beach Art Gallery. Aparece la edición de Kraft del Fausto con sus ilustraciones.
En 1943 otra firma comercial lo contrata para sus almanaques, y los célebres gauchos de Molina Campos ganan la calle, copan los bares, los ranchos del oeste norteamericano y las instituciones públicas y privadas los piden como testimonio. Sus cuadros figuran en el Museo Horse de las Américas en la Universidad de Texas (Austin), EE.UU. y es el único artista extranjero en la Galería de Charles M. Rusell de Montana.
Habló en el mismo idioma a Ricardo Güiraldes y Benito Lynch, quienes lo reconocieron como parte de la obra que ellos realizaban a través de las letras continuando con las de Hernández y Ascasubi.
Cupertino del Campo, Alcides Gubellini, Carlos Vega, Eduardo Acevedo Díaz, Cesáreo Bernaldo de Quirós, Rafael Squirru, José Belbey, Quinquela Martín y tantas otras personalidades, le han brindado testimonios de admiración, desentrañando los profundos significados de una prolífera obra que tiene la característica de ser reconocida por todo un pueblo

En 1946 se publica en Nueva York Vida Gaucha, con ilustraciones suyas. Realiza portadas para la revista Pampa Argentina.En los Estados Unidos, donde residió varios años, se hicieron famosos los almanaques que pintó desde 1944 hasta 1958 para una empresa productora de máquinas agrícolas.
En 1955 funda una escuela pública en Los Estribos, en la que un centenar de niños aprendió a cantar el Himno patrio y las primeras letras, que el matrimonio Molina Campos mismo les enseñara. En ese pueblo, ahora ciudad, la Fundación que hoy lleva su nombre ha levantado un museo que reúne gran parte de su obra.
En 1956 expone en Galerías Witcomb, Bs. As. Se filma Pampa Mansa, con la que viaja al Festival cinematográfico de Berlín.
Cuando Florencio Molina Campos murió, el 16 de noviembre de 1959, en Buenos Aires, al decir de su amigo Edward Larocque Tinker, el mundo perdió un genio que había dedicado su vida a llevar alegría a un mundo en tensión; por eso, qué mejor epitafio pudo haber tenido que este: Hizo sonreir a muchos millones.