segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Freio de Ouro 2009

Um tricampeonato ganho com a ajuda do amigo
Cabanhas La Castellana e Maufer são as vencedoras da 28ª edição da prova máxima da raça crioula

Quando montou Matreiro do Itapororó para a última paleteada do Freio de Ouro, o ginete José Fonseca Macedo sabia que só um desastre lhe tiraria o tricampeonato. Zeca, como é conhecido, estava na liderança com os dois cavalos que montava como ginete: Matreiro do Itapororó e Los Hermanos Cimarron.Sob um sol escaldante e com arquibancadas lotadas desde o início da tarde de ontem, no Parque de Exposições Assis Brasil, Zeca chegou para a prova de campo com o privilégio de ir à pista depois de todos os competidores por ter melhor pontuação.Além disso, era dono das duas melhores notas. Em razão disso, o ginete atuaria na última e decisiva prova da 28ª edição do Freio, onde os conjuntos correm duas paleteadas em duplas, de posse do direito de disputar a finalíssima contra si mesmo. Como é impossível montar dois cavalos ao mesmo tempo, Zeca escalou o colega de cabanha Bruno Vaz, o Dedé, para comandar Los Hermanos Cimarron.Mesmo com as vantagens, Zeca e Dedé correriam a última paleteada pressionados pelos resultados dos adversários. Pampa de São Pedro, montado pelo multipremiado Lindor Collares, havia feito uma corrida com alta pontuação e subido na classificação. Qualquer deslize poderia custar o título. Antes da paleteada, Dedé e Zeca mal se falaram.– Nos comunicamos só pelo olhar. Para mim, ele é um irmão. Foi sorte ter disputado a final com ele – comentou Dedé, 24 anos, depois da vitória de Zeca.Na paleteada decisiva, o novilho escapou ao controle de Dedé, que teve de tomar a decisão de frear Cimarron e deixar o flanco livre para Matreiro e Zeca encostarem no animal. O gesto custou pontos a Cimarron, que encerrou o Freio no sétimo lugar. Mas a generosidade do amigo deu o tricampeonato a Zeca, 29 anos, que já havia vencido o Freio em 2006 e 2007. Na comemoração, o ginete não deixou de creditar o prêmio ao colega:– Dedico ao meu pai, que não pode estar aqui. E ao Dedé, que foi um grande companheiro.Transformado em campeão subitamente, o proprietário do macho vencedor, Marcelo Moraes, ainda não tinha repensado o futuro do animal, que deve permanecer na Cabanha La Castellana, de Santiago, para procriar.– Não sei o que vamos fazer. Ainda não caiu a ficha – disse Moraes.A prova, marcada pelo equilíbrio e alternância constante nas primeiras colocações, também foi acirrada entre as fêmeas. Uva Merlot 340 Maufer, da Cabanha Maufer, de Cruzeiro do Sul, venceu na última paleteada, disputada com a Freio de Prata, Firmeza 1278 do 1040. O título das fêmeas veio com o sabor das primeiras vezes. Foi o primeiro título do experiente Nei Lima, ginete que montou Uva Merlot, e o primeiro Freio de Ouro da Cabanha Maufer. A estreia no lugar mais alto do pódio custou a aparência do ginete. Lima havia prometido raspar o cavanhaque e o cabelo em caso de vitória. Não teve escapatória.– Carrego esse cavanhaque há muito tempo – afirmou o ginete, sorridente entre o lamento e a satisfação, sujo do champanha da vitória e do banho de terra que recebeu dos companheiros de campanha.A Maufer pretende manter a vencedora na propriedade. Fernando Weiand, um dos criadores, explicou que “ela vai para a cria”. Lima ainda levou o prêmio de Domador do Ano. Ele próprio fez a doma da campeã do Freio. O prêmio de Ginete Destaque ficou com Fábio Teixeira da Silveira.

ALEXANDRE DE SANTI

Os resultados
MACHOS
- 1º Matreiro do Itapororó, da Cabanha La Castellana (Santiago),
com o ginete Zeca Macedo: 20,584 pontos
- 2º Pampa de São Pedro, da Gap São Pedro (Uruguaiana),
com o ginete Lindor Collares Luiz: 20,488 pontos
- 3º Senhor de Santa Thereza, da Fazenda Capão da Lagoa (Cidreira),
com o ginete Daniel Teixeira: 20,476 pontos

FÊMEAS
- 1º Uva Merlot 340 Maufer, da Cabanha Maufer (Cruzeiro do Sul),
com o ginete Nei Eduardo Lima: 20,025 pontos
- 2º Firmeza 1278 do 1040, da Estância Firmeza (Bagé),
com o ginete Marcelo Rezende Moglia: 19,865 pontos
- 3º Três Pontas Guapa, da Cabanha Três Pontas (São Jerônimo),
com o ginete Marcelo Quadros: 19,477 pontos

GINETE DESTAQUE
Fábio Teixeira da Silveira

DOMADOR DO ANO
Nei Eduardo Lima
Fonte: ZH. Acesse: www.zerohora.com

domingo, 30 de agosto de 2009

Nas fêmeas, classificada no Bocal de Ouro vence o Freio em Esteio

Uva Merlot 340 Maufer, uma filha de BT Bailongo e Idahue Sandra, levou o Freio de Ouro na edição 2009 da maior prova da raça Crioula, com pontuação final de 20,025. Uva Merlot, da Cabanha Maufer, Cruzeiro do Sul, RS, formou conjunto com Nei Eduardo Lima. Nei também levou o prêmio de Domador do Ano. Ele próprio foi responsável pela doma de Uva Merlot, credenciada em Bagé, no mês de dezembro e classificada no Bocal de Ouro 2009 onde terminou na liderança desta disputada prova. Já o Ginete Destaque ficou com Fábio Teixeira da Silveira.
Para o presidente da ABCCC, Roberto Davis, este resultado retrata o qualificado estágio de renovação por que passa a raça Crioula. O presidente ainda saudou o público calculado em 20 mil pessoas que mesmo sob forte sol não arredou pé das pistas de provas. os jurados Francisco Kessler Fleck, Mário Móglia Suñé e Rouget Gigena Wrege. O Freio de Prata, Firmeza 1278 do 1040, filha de Piraí 1040 do Brazão e Piraí 730 do Édipo, com Marcelo Móglia, confirmou vaga à final na Classificatória da FICCC e saiu nesta final com a terceira melhor nota na Morfologia, com pontuação final de 19,865. A terceira posição nas fêmeas ficou com Três Pontas Guapa, uma colorada filha de Campana Farrapo e BT Demônica, classificada com Marcelo Quadros, em Canela, RS e sua pontuação final de 19,477.

Ana Smidt
Reg. Prof. 434330.08.2009
Fonte: ABCCC

Matreiro do Itapororó entra para história ao vencer o Freio de Ouro 2009

Cavaleiros entraram em pista para dar início à solenidade de abertura da final do Freio de Ouro, às 12:30, quando um público de aproximadamente 20 mil pessoas assistia atenta a performance dos animais e ginetes que transportavam as bandeiras. Após o desfile, foram hasteados os pavilhões, ao som dos hinos nacional e riograndense cantados em couro pelos espectadores. A solenidade contou com a presença do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Reinhold Stephanes, do secretário estadual da Agricultura José Carlos Machado, entre outras autoridades recebidas pelo presidente da ABCCC Roberto Sidnei Davis Júnior.Após uma acirrada competição, tendo diversas alternâncias de posições, o baio Matreiro do Itapororó, criação de Nestor de Moura Jardim Filho e exposto por Marcelo Amaral Moraes, da Cabanha La Castellana, de Santiago, RS, conquistou o Freio de Ouro 2009, tornando seu ginete, José Fonseca Macedo, tri campeão da prova. O cavalo subiu de posição após realizar a mangueira da segunda fase da prova, que somando com as notas de Bayar/Sarmento e paleteada, atingiram a pontuação final de 20,584.Como fato inédito na última etapa da prova de campo, os dois animais que chegaram na ponta para realizar a paleteada, Matreiro do Itapororó e Los Hermano Cimarron, tinham como ginete Zeca Macedo, tendo então o mesmo que passar as rédeas de Los Hermano Cimarron, para seu auxiliar Dedé, que infelizmente, não teve um bom desempenho e acabou caindo para sétima posição.Outra mudança na prova foi a colocação de Butiá Olodum, que terminou a primeira fase em primeiro lugar, porém acabou ficando com a décima colocação.O Freio de Prata, segundo lugar na classificação, foi para Pampa de São Pedro, que tem como criador e expositor Eduardo Macedo Linhares, da GAP São Pedro, de Uruguaiana, RS, montado por Lindor Collares Luiz, somando a pontuação de 20,488. Pampa de São Pedro, entre os machos, fez a melhor prova de mangueira neste domingo, obtendo média de 16,169. Senhor de Santa Tereza, que já havia sido Freio de Ouro em 2007 e Prata no ano passado, conquistou este ano o Freio de Bronze, sendo montado por Daniel Marim Teixeira, com pontuação final de 20,476. O animal é de criação de Mário Tavares Móglia e foi exposto por Marcelo da Costa Gamborgi, da Fazenda Capão da Lagoa, de Cidreira, RS, atingiu a pontuação de 20,488 e havia sido classificado na FICCC.

Nívea Bilhalva de Oliveira
Reg. prof. 873830/08/2009
Fonte: ABCCC

29ª Coxilha Nativista - Cruz Alta

Mais um dos festivais adiados em razão da Gripe A, a Coxilha tem sua data prevista para os dias 1, 2, 3 e 4 de outubro. O festival é um dos mais tradicionais do nativismo e sua realização fora da época habitual, não será motivo para sua diminuição.

Classificadas - Fase Geral

UM ACORDEON FEITICEIRO (Chamamé)

Letra: Wilson Vargas / Juliano Javoski
Música: Sérgio Rosa
Cidade: Triunfo / Santa Maria


MATEANDO SÓ (Milonga)
Letra: Jaime Izquierdo
Música: Osmar Carvalho
Cidade: Porto Alegre

DEPOIS DE LÉGUAS TRANQUEADAS (Milonga)
Letra / Música: Igor Silveira
Cidade: São Gabriel


PESCOCEIRO (Chamarrita)
Letra: Zeca Alves
Música: André Teixeira
Cidade: Santana do Livramento / São Gabriel

CANÇÃO DA VOLTA (Canção)
Letra: Moisés Silveira de Menezes
Música: João Chagas Leite
Cidade: São Pedro do Sul / Santa Maria

NA BAILANTA DO DARIU (Vaneira)
Letra: Armando Vasques / Sergio Gomes (Xucro)
Música: Sérgio Gomes (Xucro)
Cidade: Uruguaiana


HACE TIEMPO (Rasguido Doble)
Letra: João Stimamilio Santos
Música: Nelson Cardoso
Cidade: Porto Alegre / Santana do Livramento

RELÍQUIAS MISSIONEIRAS (Chamarrita)
Letra: Vagner Pizzolotto da Costa
Música: Juliano Moreno / Erlon Péricles
Cidade: Santo Ângelo / Santana do Livramento

DE HOMENS E TROPAS (Chamamé)
Letra: Luciano Ferrera
Música: Raul Quiroga
Cidade: Cruz Alta / São Leopoldo

SANGUE (Milonga)
Letra: Rodrigo Bauer / Juca Moraes
Música: Érlon Péricles
Cidade: São Borja / Cruz Alta / Porto Alegre

DAS TORRES DE SÃO MIGUEL (Zamba)
Letra: Noel Guarany (in Memorian) / João Sampaio
Música: Rui Carlos Ávila
Cidade: Itaqui / Pelotas

A SOLIDÃO (Milonga)
Letra/ Música: Adair de Freitas
Cidade: Santana do Livramento

O MEU SILÊNCIO TEM VOZ (Milonga)
Letra: Miguel Bicca / Máximo Fortes
Música: Digo Oliveira
Cidade: São Borja / Santa Maria

ÁGUAS DO TEMPO (Milonga)
Letra: Jaime Brum Carlos
Música: Adams Cezar
Cidade: Restinga Seca / Santa Maria

SEM CHÃO PRA PISAR (Rasguido Doble)
Letra / Música: Leonardo Sarturi
Cidade: Santiago

OLHANDO A VIDA DO RIO (Milonga)
Letra: Tadeu Martins
Música: Lênin Nunes
Cidade: Santo Ângelo / Porto Alegre



FASE LOCAL

RETRATO DE UM FIM DE TARDE
Letra: Luiz Onério Pereira
Música: Beto Barcellos

QUANDO UM QÜERA CONHECE O CHÃO
Letra: Kayke Mello
Música: Júlio Mallmann/ Kayke Mello

PRA PARCERIAR UMA MILONGA
Letra: Luiz Carlos Guerreiro
Música: Leonardo Diaz Moralez

PRA NÃO CHIMARREAR SOZINHO
Letra: Luiz Carlos Guerreiro/Antônio Valente
Música: Luiz Carlos Guerreiro

ESTRADA DOS SONHOS
Letra: Dudu Amarante
Música: Nando Soares

IDENTIDADE E RAIZ
Letra: Jorge Nicola Prado
Música: Arthur Bonilla

HOMENS E CAMINHOS
Letra: Luciano Lopes Ferrera
Música: Márcio San Martin Gonçalves

HERÓI SEM GLÓRIA
Letra: Luiz Onério Pereira
Música: Marcelo Cortes de Carvalho

O GRITO DOS SENTINELAS
Letra: Volmar Camargo
Música: Marcelo Cortes de Carvalho

DA JANELA DOS MEUS OLHOS
Letra: Juca Moraes
Música: Edson Macúglia

Ronco do Bugio em São Francisco de Paula

19° RONCO DO BUGIO

Sem data prevista, em função da Gripe A

As concorrentes:

1- ANTIGA TERRUNHA DE INVERNIAS SERRANAS
Letra: Rodrigo Bueno
Melodia: Mario Tressoldi

2- O SOM DO RIO GRANDE
Letra e Melodia: Régis Marques

3- CAMPEIRO SERRANO
Letra: Airton Costa
Melodia: Raúl Quiroga

4- SINFONIA CAMPEIRA
Letra: Ramiro Amorim
Melodia: Jones Andrei Vieira

5- COM O BUGIO NO CORAÇÃO
Letra e Melodia: Chico Saga

6- INVERNO E SOLIDÃO
Letra: Thiago Suman, Guilherme Suman e Zeca Alves
Melodia: Arison Martins

7- VOLTANDO PRA SERRA
Letra e Melodia: Érlon Péricles

8- RELÍQUIAS DE UM MARAGATO
Letra: Eder oliveira Cassoli
Melodia: Ronnaldo moura

9- AOS VELHOS GAITEIROS
Letra e Melodia: José Claro Zezinho

10- O RIO GRANDE SEM BUGIO
Letra e Melodia: Celino Leite

11- TEMPO BALDOSO
Letra: Tio Nanato
Melodia: Zezinho Furquim

12- EMPUNHANDO A BANDEIRA
Letra: Paulo Moraes Trentin
Melodia: Cristiano de Souza

sábado, 29 de agosto de 2009

20ª Vigília do Canto Gaúcho - triagem

Nos dias 6 e 7 de novembro teremos mais uma edição da Vigília, em Cachoeira do Sul. Nessa última sexta- feira, foram escolhidas 12 composições dentre 364 inscritas. Em 26 de setembro, a fase local classifica mais 2 músicas para compor as 14 finalistas que irão ao palco do ginásio Dom Pedro I.
Veja as classificadas:

DE MUDA - milonga
L: Márcio Nunes Corrêa e Zé Renato Daudt
M: Juliano Moreno e Zé Renato Daudt

ASSIM TE VEJO - milonga
L: Xirú Antunes
M: Zé Renato Daudt

MATE NOVO - milonga
L: Eduardo Muñoz
M: Carlos Madruga

AO SABOR DAS CORREDEIRAS - chamamé
L: Jorge Nicolla Prado
M: Arthur Bonilla

ONDE MORA MEU VERSO - milonga
L: Rômulo Chaves
M: Nilton Ferreira

RETOVADO - chamarra
L: Juliano Lopes e Valdir Amaral Pinto
M: Nilton Ferreira

MEU BAIO DE "JUNTÁ OVEIA" - chamarra
L: Francisco Luzardo
M: Paulo Ricardo Pinto

FEITO UM CINCERRO DE PRATA - rasguido doble
L: Lisandro Amaral
M: Cristian Camargo e Márcio Rosado

PALANQUERO - milonga
L: Evair Suarez Gomes
M: Juliano Gomes, Mauro Moraes e Leonel Gomez

UM CHASQUE NA MADRUGADA - chamamé
L: Osmar Proença
M: Edilberto Bergamo e Rogério Melo

NA SOMBRA DO CINAMOMO - chamamé
L: Edilberto Teixeira (in memorian)
M: Carlos Leal

BALCÃO DE PULPERIA - milonga
L: Jari Terres e Fernando Soares
M: Jari Terres

Fonte: Blog Pulperia. Acesse: www.pulperia.blogger.com.br

Tá chegando a Manoca!


Ingressos para a fase nacional da 4ª Manoca já encontram a disposição nos seguintes locais:
- Casa do Cliente Gazeta, Faculdade Dom Alberto, loja Control Teck - Paul Harris, 739, loja Selaria Gaúcha É bom se antecipar porque a procura já é grande.Pela internet para as pessoas não residentes em Santa CRuz no site http://www.manoca.com.br/A 4ª manoca acontece no dia 06 de setembro no Auditório do Dom Alberto com as 12 classificadas e show de Luiz Marenco.Promoção: Associação Cultural Pro Rio Grande, Gazeta Grupo de Comunicações, Poder Público Municipal e Dom Alberto.


Ordem de apresenção da 4ª Manoca
A comissão organizadora da 4ª Manoca do Canto Gaúcho divulgou a ordem de apresentação das composições classificadas, que irão ao palco no dia 06 de setembro a partir das 19h30min, tendo por local o belíssimo auditório da Faculdade Dom Alberto.
Jurados: Diego Moura, Tiago Abib, Clênio Bibiano da Rosa, Joel de Freitas Paulo e Ântonio Gringo

A ordem é a seguinte:
1 – Guria (Chamamé)
L. Vaine Darde
M. Antonio Guadalupe Junior

2 - Sinal certo (Milonga)
L. Edilberto Teixeira (em memoria)
M. Matheus Leal e Carlos Leal

3 – Pra quem bebe a mesma água (Milonga)
L. Rômulo Furtado e Rafael Escouto
M. Davi Covalesky/Sandro Costa

4 - Um quarto de ronda ao campo (Toada)
L. Mateus Neves da Fontoura/Miguel Cimirro (em memória)
M. Juliano Moreno

5 - O tempo e eu (Valsa)
L. Juliano Javoski
M.Juliano Javoski

6 - A quem partilhou meus sonhos (Milonga)
L. Francisco Carlos Goulart
M. Neco Machado

7 - Quando me benzo (Chamamé)
L. Romulo Chaves
M. Juliano Javoski

8 -Sonhar risonho (Chamamé)
L. Edilberto Teixeira (em memoria)
M. André Teixeira

9 - De volta com a tropa (Rasguido Doble)
L. Romulo Furtado
M. Rui Carlos Ávila/Mano Junior

10 -Voz de mulher (Canção)
L. Romulo Chaves
M. Jean Kirchoff

11 -No cantar do João Barreiro (Rasguido Doble)
L. Cleiton Evandro dos Santos
M. Marcelo Paz Carvalho

12 -De quem se achega (Milonga)
L. Cláudio Silveira
M. André Teixeira

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Informativo - Luíz Marenco




UCS FM nos festivais é mais um espaço para cultura gaúcha

O blog foi criado a pouco tempo, através da equipe de festivais da emissora de Vacaria. Este é mais uma alternativa de informação sobre os principais eventos do estado, com o compromisso de levar o nativismo para um número cada vez maior de pessoas. Aqui, postamos um texto de destaque que o blog publicou que relata, inclusive, a escolha do nome Manoca para o nosso festival de Santa Cruz do Sul :


OS FESTIVAIS E SEUS NOMES
Cada povo tem seu jeito de cultuar suas tradições. Uns dançam com uma sombrinha, outros rebolando. Um sem número de pessoas por todo o mundo sambam. A sociedade moderna classifica suas chamadas festas populares e manifestações artísticas através das denominações que julga convenientes. Assim, cada acontecimento, seja ele do meio tradicionalista ou não, possui seu nome próprio e quase sempre tem uma relação importante com a comunidade em que está inserido. Neste ano, por vez primeira, nossa equipe estará realizando a cobertura de um novo festival, ainda "moço" no calendário do nosso Estado. A Manoca da Canção Gaúcha, um festival nativista de músicas inéditas realizado em Santa Cruz do Sul , surgiu em 2006 e é promovido pela Associação Cultural Pró Rio Grande. Tem-se notícia de muitos festivais que levam nomes relacionados às suas regiões de origem, no nosso caso, o "Baqueria de Los Piñares" em alusão a antiga denominação de nossa cidade. Outro caso semelhante é o do "Carijo da Canção", de Palmeira das Missões, nome relacionado ao cultivo e manufatura da erva-mate. O saudoso e adormecido "Gruta em Canto", de Nova Esperança do Sul, relacionado com a gruta existente na cidade e com as atrações turísticas e tantos outros que agora me faltam a memória. Mas e o nome Manoca, de onde vem? Vamos esclarecer: A "Manoca" é o conjunto de 20 a 25 folhas de tabaco reunidas para secagem e cura, atadas por outra folha enrolada. É uma das mais usuais maneiras artesanais de classificar o fumo. Deu nome ao festival por tratar-se de um termo usual ao homem rural de Santa Cruz do Sul e do produto que é a base da economia deste gaúcho município. Assim são os festivais nativistas cada um com seu nome, cada um com suas particularidades, mas todos com um objetivo comum: o engrandecimento da nossa cultura.
Redação - Leonardo Silveira

Informativo - Raineri Spohr

Apresentação do CD Por Campo e Galpões de Raineri Spohr

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

ACERCA DE UM AMIGO

É uma tarefa bastante difícil apresentar um jovem artista em sua primeira jornada fonográfica.

O que normalmente fazemos, os apresentadores, é simplesmente relatar quando conhecemos o dito intérprete, alinhavar comentários acerca de suas interpretações, tecer pequenas críticas (sempre positivas) aos trabalhos interpretados, entre outros considerandos.

Dentro da amizade que teci com Raineri, e cumprindo esta difícil missão, vou me permitir um pequeno afastamento da vaza comum desses intróitos contumazes.

Raineri Spohr é um pedritense de alma pura e mirada sincera.

Quando olha em nossos olhos, podemos sentir a grandeza de seu espírito de artista e sua imensa alegria de viver.

Raineri é algum desses iluminados que consegue traduzir com a voz, que consegue “dizer” com a alma o que foi composto por outrem.

Ouvindo o excelente repertório de seu disco, sobressai, entre a qualidade das composições, a excelência dos arranjos, a virtuose dos instrumentistas, a imensa carga de sentimento que carrega nos rincões de sua consciência: pegas de potros, solidão de corredor, silêncios de tapera, berro de touro nos fundões das invernadas, aboio tropeiro, flores de corticeira, cheiro de terra molhada, essência de mangueira, balcão de pulperia, saudades de um tempo que não vivemos e que assim mesmo é tão vivo em nossas mentes.

Verdade é o que ouvimos de Raineri. Ele não é apenas mais um jovem artista em sua primeira jornada fonográfica. Mas, com certeza, é outro desses iluminados de alma pura e mirada sincera, que consegue transportar nossas almas com sua voz.

Parabéns, amigo! Não te parabenizo apenas por tuas qualidades de artista, mas, principalmente, por tua humildade sincera e grandeza de caráter.

Nós, os teus amigos, saciamos a sede de arte na vertente de tua voz. Água pura de cacimba refletindo o céu de tua alma pura e mirada sincera.


Bagé, abril de 2008.

Guilherme Collares


http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=1844185

Comunidade RAINERI SPOHR

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=1844185

comunidade RAINERI SPOHR

http://www.myspace.com/rainerispohr

My Space Raineri Spohr

http://rainerispohr.musicblog.com.br/

Blog Por Campo e Galpões

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/raineri_spohr/

palco MP3 Raineri Spohr


CD “Por Campo e Galpões”, a venda nas melhores lojas!

Contatos Raineri Spohr

E-mail: raineri_spohr@yahoo.com.br

Cel.: (53) 84333390

Divulgação: Danieli Rosa

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

23ª Moenda da Canção - Santo Antônio da Patrulha

1 - EU E O JOÃO DE BARRO
Letra: Paulo Ricardo Costa
Música: Emerson Martins
Intérpretes: Arison Martins e Emerson Martins

2- SÓ O QUE O CORAÇÃO SANGRAR
Letra e Música: Duca Duarte
Intérprete: Luka


MELHOR INTÉRPRETE: Luka (por Só o que o coração sangrar)
MELHOR INSTRUMENTISTA: Renato Müller (pelo instrumental Garatuja)
MELHOR LETRA: Tadeu Martins (por Herança de Paixão, Letra de Tadeu Martins e Música de Airton Pimentel)
MELHOR VISUAL DE PALCO: Voando Baixo, Letra e Música de Caio Martinez
MÚSICA MAIS POPULAR
EU E O JOÃO DE BARRO
Letra: Paulo Ricardo Costa
Música: Emerson Martins
Intérpretes: Arison Martins e Emerson Martins

sábado, 22 de agosto de 2009

Joca Martins - Cavalo Crioulo 2


01. Alma Campeira (Poema De Abertura) Com Vilson Aguiar
02. Ginetes De Ouro
03. Santa Eulália
04. Têmpera Crioula
05. Rodopio De São Pedro
06. Lamborguine E Carapuça: Fazendo História
07. Viragro Rio Tinto
08. Cabanha Las Misiones
09. Cabanha Sol De Maio
10. Cabanha La Passión
11. Um Plantel De Dar Inveja!
12. Desde Os Tempos Do Itaí
13. Cabanha Itaó
14. Cabanha Santa Edwiges
15. A Grande Voz De Uma Raça
16. Se Houver Cavalo Crioulo

Pirisca Grecco - Comparsa Elétrica

01. Jeito Gaúcho
02. Fim de Mês
03. Mala de Garupa - com Mário Barbará
04. Rédeas
05. A Primeira pedra
06. Pra Onde Ir?
07. Mandinga
08. Rio da Infância - com as Irmãs Machado
09. Cordas de Espinhos
10. Rio Grande,Tchê - com Quarteto Gauderiando
11. Canta Maria
12. Trem da Fumaça

Informativo - Raineri Spohr


Um jeito gaúcho em cada canção

O De terra, campo e galpão entrevistou o cantor e compositor Pirisca Grecco. O seu novo trabalho já chegou ao mercado e traz a sua maneira inconfundivel de fazer música. São 10 anos de carreira, inúmeras premiações nos palcos dos festivais do estado e múitos amigos acrescidos à sua lista ao longo da estrada. Composições marcantes como Feito o Carreto, Pala da Noite e tantas outras fazem parte do repertório desse uruguaianense que, por onde passa, costuma dizer: Muchas Gracias! Nós que agradecemos, Pirisca. Confira:



Por João Cléber Caramez



1 Como começou a tua carreira no meio nativista?
No final do século passado tocava em botecos, música dos outros, durante 5 horas, pra moçada encher a cara. Através do Duca, conheci o Tulio Urach, em Santa Maria e que me deu boas letras pra musicar. Em 99, “Sumo de mim” passou na Coxilha. O Ângelo Franco me fez comprar bota e bombacha para defendê-la. Subi ao palco, para cantar uma música minha, para 5 mil pessoas, em silêncio. Provei, gostei e me aquerenciei nos festivais.





Capa do primeiro CD - O que sou e o que pareço


2 Conte um pouco da tua trajetória nos festivais, os fatos mais marcantes, as principais premiações.
São dez anos abrindo porteiras, conhecendo lugares e pessoas, ajudando a escrever a história desse movimento. Creio que o fato mais marcante é o de nunca ter brigado com ninguém. Sem dúvida as 3 Califórnias e os 3 Açorianos são as conquistas mais importantes. Sem menosprezar os 3 Repontes, 2 Musicantos, 2 Coxilhas...



Capa do segundo CD - Compasso Taipeiro


3 Quais são as tuas principais influências musicais, os referenciais para desenvolver tua musicalidade?
Sou um músico totalmente influenciável. Meu som está em constante formação. Não tenho uma fórmula certa. Procuro absorver o maior número de informações possíveis e o que eu gosto, aplico na primeira oportunidade que tenho. Meu porão é o meu laboratório e cada composição uma cobaia.




Capa do terceiro CD - Muchas Gracias


4 Como é a tua relação com outros músicos, principalmente com os teus parceiros musicais?
É uma relação familiar. Essa gurizada que está no mesmo barco, na mesma luta, são irmãos de alma, de estrada, de arte. Somos fãs um do outro e nada melhor que termos um ídolo por perto, atingível. Entende!?!





Capa do quarto CD - Bem de bem


5 Tu consideras um fator importante utilizar novos instrumentos, inovar os ritmos tradicionais e criar novos conceitos em nossa música ou não?
Tudo isso é um fator NATURAL. Não creio que tenha alguma importância. Não carrego a bandeira da modernização. Vivo em 2009, fecho shows pelo celular, baixo música da internet, gravo no computador. Meu trabalho é reflexo do meu habitat.




Capa do quinto CD - Comparsa Elétrica


6 Fale um pouco dos teus trabalhos e quais as músicas mais marcantes para ti?
Difícil falar “um pouco” daquilo que é TUDO em minha vida. Quanto aos temas marcantes, acredito que, Feito o Carreto e Jogando Truco me apresentaram ao movimento. Muitas marcaram: De Cima do Arreio, Rio Grande Véio, Muchas Gracias...



7 Como é a receptividade das pessoas ao teu trabalho? Tu tens um bom reconhecimento em razão da música?
Se foi o tempo em que o músico era visto como marginal. Hoje é uma profissão. As pessoas estão se dando conta disso. Tenho contrato com uma gravadora, estou lançando o 5º disco, tiro fotos, dou autógrafos, recebo aplausos, tenho conta no bolicho da esquina, enfim, estou feliz na condição de Artista.



No palco, 4ª Capela da Canção, em Amaral Ferrador


8 Quais são os teus próximos projetos, como está a concepção do novo CD?
Bueno, o COMPARSA ELÉTRICA (5º disco) já está nas lojas e acabo de chegar de um giro pela Europa (Portugal, Espanha e França). Creio que é hora de aterrissar, botar o pé no chão e trabalhar na divulgação desse CD.



9 Qual é a importância dos meios de comunicação, como a internet, o rádio; para divulgação da nossa música? Isso é um fator importante para atrair a atenção de mais pessoas para o nativismo?
Mas é claro, rapaz!


Pirisca ergue a Calhandra na 35ª Califórnia: venccedor 3 vezes

10 Deixe um chasque a todas as pessoas que admiram o teu trabalho e também os teus contatos.
Muchas gracias pelo carinho e compreensão. Tudo que tornamos público passa por um rigoroso critério de decência moral e o bom gosto que acreditamos que existe em nós. É sempre uma tentativa de agregar, de acrescentar ao Infinito Universo da Arte.


www.pirisca.com
www.myspace.com/piriscagrecco
Contato para shows (51) 9124 6866 com Duca Duarte.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Guyanuba em Sapucaia do Sul chega a sua 19ª edição

No início da madrugada desta segunda-feira, 10 de agosto, foram conhecidos os vencedores da 19ª Guyanuba da Canção Nativa, festival que aconteceu de 06 a 09 de agosto, promovido pela prefeitura de Sapucaia do Sul.
Eis os destaques:

1º Lugar: Recantar Uma Milonga
Autores: Carlos Cachoeira e Marcelo Lehmann
I: Carlos Cachoeira e Pirisca Grecco

2º Lugar: Caraguatá
Autores: Gujo Teixeira e Jorge Freitas
I: Jorge Freitas

3º Lugar: Razões de Outono
Autores: Olavo Loreto e Carlitos Mangallanes
I: Carlos Cachoeira e Marcelo Cachoeira

Mais Popular: Romance de Espinho e Flor
Autores: Gerri Roni Bergamo, Gerson Mattos e Junior Silva
I: Junior Silva

Melhor Instrumentista: Thiago Quadros - Caraguatá
Melhor Intérprete: Flavio Hansen - Encilhas (João Stimamilio/Érlon Péricles )

Fase Regional:
1º Lugar: A Poesia e o Tempo
Autores: Sônia Mara e João Lucas
I: Sônia Mara e Família Cirne
Fonte: Blog Jairo Reis - www.jairoreisrs.blogspot.com

terça-feira, 7 de julho de 2009

O Rio Grande canta o cooperativismo - 1ª Etapa, em Porto Alegre

O salão de eventos da Sogipa, em Porto Alegre, acolheu, na noite de sábado, 04 de julho de 2009, a primeira etapa classificatória do festival "O Rio Grande Canta o Cooperativismo". Concorreram dez canções, tendo sido classificadas quatro para a grande final que acontecerá no mes de novembro próximo. A comissão avaliadora, formada por Eraci Rocha, Raul Amaral, Fátima Gimenez, Camargo e Oscar dos Reis, apontou três classificadas e o público, através de votação em cédulas, determinou a quarta finalista.

Foram classificadas as seguntes músicas:

1. NUM RIO DE SONHAR

Letra: Fernanda Irala Gomes
Melodia: João Bosco Ayala Rodriguez
Intérpretes: Juliana Spanevello e Jean Kirchoff

2. A UNIÃO DAS PALAVRAS

Letra e Música: Adão Quevedo
Intérprete: Robledo Martins

3. EU ACREDITO NA TERRA

Letra: Valdir e Adelmir Disconzi
Música: Sérgio Rosa

Intérprete: Nilton Ferreira

4. IGUAIS AS CIGARRAS (escolhida pelo público)

Letra: Armando Vasquez
Música: Adão Quintana e Daniel Freitas dos Santos
Intérpretes: João Quintana e João Walter

O Festival "O Rio Grande Canta o Cooperativismo" é promovido pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS com o apoio das cooperativas do Estado. Seu objetivo é promover e valorizar o cooperativismo através da música gaúcha. Além da Etapa Porto Alegre, acontecerão classificatórias nos municípios de Marau, Santa Maria e São Luiz Gonzaga. A final será em Gramado. Todas as composições finalistas farão parte do CD e DVD do evento.

*Fonte: Blog Jairo Reis - www.jairoreisrs.blogspot.com

Entrevista (repostada) - Mauro Moraes

O De terra, campo e galpão reposta desta vez, uma entrevista feita feita com Mauro Moraes através do blog De campo e alma. Confira:

Mauro Moraes abre cancha com seu 13º CD: Fronteira


Mauro Moraes, um dos grandes compositores da música nativista, lançou recentemente o seu 13º CD intitulado “Fronteira”. As suas temáticas campeiras e a vida do fronteiriço descrita em versos são algumas características de seu trabalho. Veja a seguir, a entrevista concedida ao “De campo e alma”:

Por João Cléber Caramez


1 - Como foi a concepção do teu 13° CD - Fronteira - recentemente lançado?
Moraes- A idéia era de cantar e contar a fronteira sua gente, suas pacholices, lides e gauchadas. Os temas foram cuidadosamente elaborados variando hora do imaginario artístico, hora de experiências vividas do autor e de seus parceiros (todos de fronteira) como Anomar Danúbio Vieira, Evair Gomes, Gujo Teixeira, Fernando Soares. Inclusive, a canção que empresta o título FRONTEIRA foi composta em parceria com Anomar especialmente para o CD já com o pensamento voltado para a participação especial da dupla Cesar Oliveira e Rogério Melo até mesmo antes de convidá-los.


2 - Anos atrás, tu disseste que não tinha pretensões de ser cantor. Como tu firmaste essa idéia e continuas cantando?
Moraes - É verdade mas existem várias maneiras de exercitar a composição e eu descobri que a visão e a sonoridade das palavras, só o autor consegue identificar sua verdadeira definição, assim tenho me dedicado e dentro dos meus limites tenho alcançado progressos.


3 - Qual tua opinião sobre as parcerias musicais com as que tu já fizeste com César Oliveira e Rogério Melo, Luíz Marenco...?
Moraes - Tenho uma gratidão com todos aqueles que ao emprestar sua vocação artística, qualificam por demais meus trabalhos dando vida e alma aos mais variados temas e melodias. Para estar comigo não basta ser talentoso tem que ser meu amigo, confiar e acreditar naquilo que penso, escrevo e componho, então a partir disso tenho sempre que possível convidado alguns para participar.


4 - Qual foi o melhor disco pra ti, aquele que mais te emocionou?
Moraes - Não tenho o melhor disco, todos tem a sua emoção, sua inspiração, sua importância, alguns mais, outros menos mas na média tudo foi muito prazeiroso fazer. Tenho sim, muita saudade de alguns amigos que juntos colaboraram para que tudo desse certo MARCELO CAMINHA, DIEGO CAMINHA, EDILBERTO BERGAMO, LUIZ MARENCO, JOSÉ CLÁUDIO MACHADO e BEBETO ALVES, gente que hoje tenho visto muito pouco mas os tenho guardado dentro do meu coração.


5 - O campo, suas peculiaridades e Uruguaiana são temas bastante comuns em tuas composições. Fale um pouco para nós sobre a tua inspiração para compor.
Moraes - O campo é uma fonte inesgotável e quanto a compor, componho por intuição, lido muito com meu estado de espírito e a inspiração é a minha melhor amiga. Uruguaiana - muita falta, muita saudade de tudo e de todos...


6 - Muitas premiações em festivais, discos bem aceitos no cenário nativista, mas quais são os teus objetivos? Tu almejas realizar algo que ainda não teve oportunidade?
Moraes - Meus objetivos ainda são os mesmos, continuar a fazer amigos, compondo com a vida, mateando e tocando violão. Quanto ao resto eu sei o que eu não quero almejar: Conquistar a distante e burra unanimidade sobre tudo que escrevo.

7 - O mate está lavado e a milonga silenciou. Deixe um chasque bem gaúcho para os amantes do nativismo e da musicalidade única de Mauro Moraes.
Moraes - Bueno então algo para pensar "A profundidade de analise de alguns nas artes, nas letras, uma formiga passa com água pelas canelas", no más era isso, me queiram bem que não custa nada, baita abraço!

Entrevista (repostada) - Fabiano Torres

O blog De terra, campo e galpão traz mais uma entrevista feita através do blog De campo e alma, com o gaiteiro Fabiano Torres. Confira:

Gaiteiro Fabiano Torres vive grande momento da carreira

Fabiano Torres, músico e instrumentista de Sant’ana do Livramento, é uma das grandes afirmações do nativismo gaúcho nos últimos anos. Nascido e criado na campanha gaúcha, trouxe o dom de ser gaiteiro.Influências não faltaram e apesar das dificuldades,vive um grande momento de sua carreira,premiando o seu trabalho e dedicação. Veja a seguir, a entrevista feita durante a 3ª Manoca do Canto Gaúcho, em agosto:



Por João Cléber Caramez


Quando foi o teu inicio no nativismo?
Sempre gostei da gaita,desde pequeno aos nove anos ganhei o primeiro instrumento.
Uma gaita de oito baixos,através dela conheci o Leonel Gomez com quem fiz as minhas primeiras aulas. Outras pessoas também foram fundamentais nessa etapa como
o Valter Vargas,Sandro Malcorra com quem depois fiz parceria no Grupo Fronteira e o Marcelo Nunes.Outro ponto fundamental foi integrar o Grupo Charla de Fronteira no qual me aprofundei mais ainda na musica nativista.

As tuas participações em festivais começaram de que forma?
A minha primeira participação foi na 1ª Vertente do Canto Nativo em Sant’ana do Livramento,festival esse que recebi o troféu de melhor instrumentista. Logo em seguida participei da 1ª Canoa da Canção Gaúcha, na cidade de Canoas em 2004, no qual tive a oportunidade de conhecer o poeta santanense Eduardo Soares que foi referencial para que eu integrasse a banda do Joca Martins.Trabalhei com o Joca por alguns meses e comecei a ter contato com outros músicos no qual trabalho e me relaciono até hoje.

Quais são as tuas principais premiações nos festivais nativistas?
Tive a oportunidade de conquistar alguns prêmios como esse que recebi agora, o de melhor instrumentista da 3ª Manoca do Canto Gaúcho na fase local e geral. Também fui premiado no Um canto para Martin Fierro –Sant‘ana do Livramento,Coxilha Nativista – Cruz Alta,Sapecada da Canção Nativa- Lages/SC,Minuano da Canção Nativa –Santa Maria,entre outros prêmios de forma coletiva.


Quais são os teus objetivos na seqüência da carreira?
Pretendo continuar tocando gaita porque amo fazer isso e gana não me falta. Acredito que todos os músicos têm que dar o melhor de si quando sobem ao palco,tocar com o coração,com a alma. Precisa ter humildade e dedicação,tratar a música com respeito e trabalhar para alcançar os objetivos.

Qual é a tua opinião sobre a juventude que está ingressando no nativismo?

Sobre essa questão acredito que eu ainda sou um desses jovens, porque eu ainda tenho muito a aprender e absorver o conhecimento dos mais experientes.
Os festivais estão repletos de caras novas e assim, esse pessoal vai dando continuidade ao que vem sendo realizado e o nativismo vai se renovando. Os poetas que surgem também são fundamentais, porque deve ter uma perfeita harmonia entre letra e melodia. Precisam retratar com muita sensibilidade ao que se referem.
O importante é que a qualidade musical está se mantendo e que esses novos músicos vêm com muita gana de fazer bonito e por isso estão se aperfeiçoando cada vez mais. Acredito na união e o ponto mais importante para mim é a humildade.
Devemos nos unir e sermos humildes, respeitando o espaço dos mais “velhos” pois eles são os “troncos” do movimento nativista, não podemos querer “crescer” mais que eles mas sim aprender com eles.Hoje em dia, os espaços são maiores tanto na parte da organização dos festivais como na mídia, a imprensa faz um trabalho muito bem feito e devemos colaborar pois eles são os maiores divulgadores do nosso trabalho.Acredito na união das raças e culturas, pois, temos um folclore muito rico e podemos aproveitar muitas coisas boas dele, assim como as nossas crianças que convivem nesse meio aprendendo o que é identidade cultural e respeitando as outras manifestações como no projeto que esta sendo realizado aqui em Santa Cruz do Sul.

Sensitivo para retratar suas benquerenças

Juliano Gomes, músico de Santana do Livramento, não é desses músicos convencionais. Não faz música para vender, mas para sentir. É assim que podemos defini-lo. Premiado em muitos festivais, é o atual vencedor do festival de sua terra: Um canto para Martin Fierro. A composição Batismo, uma parceria com Sérgio Carvalho Pereira, foi a mais premiada de todas as edições.
Mais um "aluno" de Leonel Gomez, destaca-se ao lado de outros artistas como Marcelo Oliveira, Lisandro Amaral, Fabiano Torres, Luciano Fagundes e tantos outros que conquista pela estrada. Dessa parcerias, surgiu "Sensitivo". Um trabalho intimista que envolve a participação, além dele, dos compositores Evair Suarez Gomes e Fernando Soares, além da qualificada interpretação de Luíz Marenco e a participação especial de outros grandes intérpretes.
Essa proposta parte da intenção de regsitrar algumas músicas de festivais, já que são poucos CD's que chegam ao público. Além disso, são músicas para retratar a cultura gaúcha, principalmente fronteiriça, de grande sensibilidade. Canções que realmente nos tocam. Vem por aí um novo projeto chamado"Benquerenças", ao lado do talentoso André Teixeira...
Te convido a conhecer um pouco mais deste grande nome do nativismo, nesta entrevista cedida ao De terra, campo e galpão:




Por João Cléber Caramez



Capa do CD Sensitivo

3 - Quais são as principais temáticas presentes na obra?

O disco "Sensitivo" trata do campo quase que especificamente. Só que a verdade do campo não é o que muitos falam, como chegar do campo e tocar um violão na frente do fogo. Esse nosso trabalho fala do homem de campo, da lida bruta, dos seus sonhos, suas paixões, das gauchadas.

4 - Evair Suarez Gomes gosta muito de trabalhar suas letras em espanhol. Podemos esperar muitas canções nesse estilo?

O Evair é como se diz... doble-chapa. Nasceu em Santana do Livramento, mas morou muito tempo do outro lado da linha, em Rivera (Uruguay). Por isso escreve muitos de seus trabalhos em espanhol ou em portunhol que é a língua falada na fronteira.

5 - Qual é o grande objetivo desse trabalho?

Sensitivo tem como objetivo maior o registro de um trabalho que já fazemos há algum tempo. Um trabalho sério que procura falar de uma maneira clara e objetiva das coisas do campo. Procura mostrar também a influência direta da cultura argentina e uruguaya que temos em nossas obras.

Participação do programa Galpão Nativo, da TVE


6 - Tu acreditas que os trabalhos lançados pelo cenário nativista são bem divulgados e tem boa aceitação pelo público?

Aí é que está o foco que deve ser abordado. A divulgação. Vivemos num mundo que se diz globalizado, mas que só divulga o que é comercial. O que é comercial vende e o que é mais intimista fica nas prateleiras. A música é muito importante para a cultura de um povo. Para ser sincero, não quero que meus filhos e meus netos cresçam ouvindo só o que a televisão nos impõe. Quero deixar para eles algo de bom e produtivo. Algo de fundamento.

7 - Nos festivais, quais são as tuas participações mais recentes? E as principais premiações?

Comecei nos festivais no ano de 1988 tocando gaita de botão. Com o tempo, peguei apreço pelo violão e pelo baixo. Eu já tinha em anos anteriores algumas parcerias com o Joca Martins e o Adriano Gomes. A partir de 2001, comecei a compor mais e levar a composição mais a sério. Já fui premiado em festivais como Sapecada, Martin Fierro, Vigília, Gauderiada, Reculuta, Ronda de São Pedro, Nevada, Ponche Verde, Canto dos Cardeais, Canto sem fronteira, Galponeira, etc.

Premiado durante o Martin Fierro: Batismo

8 - Conte um pouco da tua trajetória musical e deixe um chasque para os teus admiradores.




Acesse o blog: www.julianochamacogomes.blogspot.com
*Fotos: Blog Juliano Gomes

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Entrevista (repostada) - Marcelo Oliveira

O De terra, campo e galpão posta mais uma entrevista feita através do blog De campo e alma. Confira:


Entrevista:Canário mostra toda a virtude do seu canto

Marcelo Oliveira, cantor nativista reconhecido pela sua voz única e incomparável e por suas canções repletas de amor e muito sentimento pelo campo, fala sobre a sua carreira e suas participações nos festivais do estado. Através deles, Marcelo se firmou como um dos principais intérpretes do nativismo com suas constantes premiações. Acredita que os músicos com que convive como Lisandro Amaral, Luciano Fagundes, Cristian Camargo e tantos outros, fazem parte de sua família em razão dos fortes laços de amizade criados pelos anos de convivência. Veja a seguir, a entrevista concedida pelo “Canário” ao De campo e alma:


Por João Cléber Caramez

1 – Como começou tua carreira no cenário nativista?
Marcelo
- Eu comecei minha carreira músical como a maioria de meus colegas, cantando em concursos de intérprete vocal e participando de rodeios. Foi em 1997 quando conheci pessoalmente Luiz Marenco, que foi meu maior incentivador e através dele, subi num palco de festival, amadrinhado por Fabiano Bacchieri.

2 – Tu já estas trabalhando no lançamento de um novo CD?
Marcelo - Ainda não. Tenho projetos em andamento, ainda divulgo e trabalho com o CD Rincão da Alma, que há pouco foi lançado. Acho que tem muito a ser tocado ainda.

3 – “Rincão da Alma” rendeu os resultados esperados?
Marcelo - Como eu vinha falando, é um CD que tem muito a ser tocado ainda, mas considero como um grande amadurecimento de minha carreira musical.

4 – Quais são as tuas principais referências na música?
Marcelo - Bueno, tenho muitas referências musicais. Vou citar artistas que apontaram sem sequer saberem o caminho que percorro. São eles: Luiz Marenco, Fabiano Bacchieri, Noel Guarany, Cenair Maica, Eron Vaz Mattos e Alfredo Zitarrosa posteriormente.

5 – Fale um pouco sobre a tua recente trajetória nos festivais?
Marcelo - Bueno. Considero que minha trajetória seja como uma estrada de aprendizado, pois, apesar de aparecer menos no cenário dos festivais ,de dois anos pra cá, sempre quando posso participar é uma nova experiência e um novo prazer. Ao longo de nove anos de carreira em festivais e fora deles, eu cresci muito como artista e principalmente como homem. Devo a minha vida e amadurecimento pessoal aos festivais.


6 – Como é o teu relacionamento com os teus grandes parceiros musicais?
Marcelo - Meu relacionamento é o melhor possível. Formamos uma família onde trocamos experiências e muita cumplicidade. Nos entendemos apenas com um simples olhar!É maravilhoso!!!

7 – Quais são as composições que tu consideras mais marcantes na tua carreira?
Marcelo
- Composições marcantes têm várias, porque em cada cidade em que a gente se apresenta, tem uma música que as pessoas pedem com mais fervor. Isso se dá, por estarmos sempre no meio dos festivais, que serve de laboratório pras composições serem apartadas e inseridas nos cds que a gente grava. (geralmente é assim). Mas cito duas músicas que não posso deixar de tocar: Campo e Luz e Campeiros, ambas do primeiro CD.

8 – Deixe um chasque para todos aqueles que admiram o teu trabalho.
Marcelo
- Quero dizer que o que faço é por amor a esta terra e às pessoas que lutam pela cultura da terra. Queria agradecer o carinho que as pessoas tem comigo e dizer que estarei sempre retribuindo através de música! Gracias João Caramez pelo carinho e oportunidade de resumir meu caminho e meu pensamento! Fiquem com Deus e se Deus quiser nos encontraremos ao vivo.

César Oliveira e Rogério Melo - Procedência

- PROCEDÊNCIA -


Procedência é o nome do novo trabalho de César Oliveira e Rogério Melo, um álbum composto por dois discos: “Apegos e Anseios do meu Canto”, no qual César Oliveira interpreta canções de Rogério Villagran, e “Regional”, onde as composições de Anomar Danúbio Vieira recebem a interpretação de Rogério Melo. Como não poderia deixar de ser, César e Rogério cantam juntos em cinco faixas de cada um dos discos.
O álbum foi nomeado a partir de sua proposta: a de mostrar a procedência, as origens musicais, de cada um dos artistas. Neste sentido, “Apegos e Anseios do meu Canto” apresenta um resgate do início da carreira de César Oliveira e mostra sua forte identificação com o folclore dos países do prata. O CD traz, em sua maioria, composições inéditas de Rogério Villagran, parceiro desde o início de sua trajetória, quando ambos participavam dos festivais nativistas.
Os arranjos do disco são primorosos e se valem de instrumentos que dão um tom especial às músicas como é o caso da harpa paraguaia em uma polca; dos arranjos de piano em chacarera; e o violoncelo em uma milonga. A produção musical é assinada por Marcello Caminha.Já em “Regional”, Rogério Melo interpreta composições de Anomar Danúbio Vieira sob a produção musical de Luciano Maia. A sonoridade deste disco remete mais ao trabalho atual do dueto e representa bastante bem a identificação musical de Rogério com a música crioula e o regionalismo gaúcho.
Há um vasto leque de ritmos que compõem o repertório como polca, milonga, rasguido, vanera, entre outros, que sempre são valorizados na discografia de César e Rogério. A trova, importante e muitas vezes esquecida manifestação artística do folclore rio-grandense, também recebe destaque através da música “Velório do Juca Torto”.Em suma, o projeto “Procedência” visa prestigiar os compositores que são parceiros de César e Rogério desde o início de suas carreiras e também expressar um pouco das referências e influências de cada um dos artistas.
Exatamente esta individualidade de estilos apresentada no álbum é que, somada, enriquece e engrandece o trabalho do dueto. Este lançamento é a primeira parte de um projeto mais amplo que culminará em um DVD comemorativo aos dez anos da carreira de César Oliveira e Rogério Melo.


CD 1 - APEGOS E ANSEIOS DO MEU CANTO
CÉSAR OLIVEIRA canta Rogério Villagran

01- Apegos e Anseios do Meu Canto
02- Pra um Tal de Eloí Pechada
03- Assim Sou Eu e Me Vou
04- Domador Loco
05- Frente Ao Teu Grito de Forma
06- Leguera
07- Junto ao Balcão do Bolicho
08- Na Farra
09- Abagualado
10- Menos Que Deus Porém Mais do Que Um Homem
11- Onde um Guaxo Dobra os Punho
12- Xucro Encanto
13- Quando Se Agranda um Fronteiro
14- Milonga do Pealador
15- Noite de Ronda Redonda


CD 2 - REGIONAL
ROGÉRIO MELO canta Anomar Danúbio Vieira

01- Regional
02- Não é Por Nada
03- Redomona
04- Velório do Juca Torto
05- De Cacho Atado
06- Se Bamo Embora
07- Fronteira
08- Estâncias da Fronteira
09- Graças a Deus
10- A Pau e Grito
11- Por Aí
12- No Cantar Das Nazarenas
13- Retrato Gauchesco
14- Chacarera da Coragem
15- Tempo Feio

Entrevista (repostada) - "Gaúchos" : Robledo Martins & Rui Carlos Ávila

Em entrevista cedida no final do ano passado, para o De campo e alma, Robledo Martins e Rui Carlos Ávila estavam na fase de gravação do seu primeiro trabalho em dupla. A previsão era de lançamento em março, mas por alguns motivos, a data foi alterada e dessa forma, o CD foi lançado oficialmente no último dia 10, para a alegria do público nativista que esperava com ansiedade pela chegada de uma nova idéia que os Gaúchos trazem com sua música. Veja a entrevista, agora postada pelo De terra, campo e galpão:




Entrevista : Robledo Martins e Rui Carlos Ávila lançam em março o disco "Gaúchos"

Robledo Martins e Rui Carlos Ávila são dois grandes intérpretes da música nativista e agora apostam em um trabalho em parceria com previsão de lançamento em março do ano que vem. “Gaúchos” é o nome desse grande projeto, que conta com a participação de outros músicos renomados como Luiz Marenco, além de reconhecidos poetas do cenário gaúcho. Veja a seguir a entrevista que fizemos com a dupla:



Por João Cléber Caramez

1 - Como surgiu a parceria entre vocês para a gravação do disco?

R&R – A consolidação da nossa parceria musical aconteceu quando fizemos a melodia da música “Ante as Ruínas Missioneiras” com letra de Noel Guarany, João Sampaio e Marcos Aquino, posteriormente defendida na Manoca do Canto Gaúcho em Santa Cruz do Sul, onde tivemos a alegria de recebermos o segundo lugar do festival. A partir deste momento, sentimos que poderíamos colocar em prática o projeto de gravação de um novo cd com união de nossas carreiras. Robledo, com a experiência de 20 anos de estrada e a carreira consolidada em festivais e Rui, com a juventude e o talento de quem canta as coisas do campo com singularidade e amor pelo nosso chão.




2 - Quais serão as principais temáticas deste trabalho?
R&R – O Gaúcho, essa é a temática do nosso primeiro trabalho juntos. Desde a definição do título do cd, a seleção do repertório toda a temática remete ao Gaúcho, o homem do campo, seus costumes e peculiaridades, buscando a musicalidade em sua mais pura essência.

3 - O trabalho pode aumentar o reconhecimento de vocês além do cenário dos festivais. Como vocês encaram o projeto?
R&R – O reconhecimento vêm através do tempo, e é a conseqüência de um trabalho bem feito e de qualidade. Os festivais são oficinas de artistas (músicos, poetas e intérpretes), onde vários se projetaram e se projetam até hoje. E com a gente não foi diferente. A estrada dos festivais é onde a gente aprendeu e aprende, e eles vão continuar fazendo parte da nossa história. Esse projeto é mais um passo em nossa carreira. Sempre buscamos levar a cultura do nosso Rio Grande em nossa mala de garupa “solitos”, porém agora andaremos juntos, mas com o mesmo propósito, levar o nosso canto a todos os cantos do Rio Grande.



4 - Vocês regravarão músicas de seus discos individuais ou o trabalho será totalmente inédito?
R&R – O CD “GAÚCHOS” trará algumas regravações de músicas já conhecidas e de autores renomados, além de musicas inéditas. No cd, estarão obras premiadas em festivais, defendidas por vários intérpretes e agora regravadas em nossas vozes. Entre os compositores que farão parte do disco, Gujo Teixeira, Noel Guarany, João Sampaio, Marcio Nunes Corrêa, Delci Oliveira, Xiru Antunes, Roberto Luçardo, João Bosco Ayala, Fabiano Bacchieri, Juarez Machado de Farias, Fábio Prates, Diego Muller, Eduardo Muñoz e Luiz Marenco.


5 - Qual é o grande objetivo da parceria para este trabalho?
R&R – Este certamente é o primeiro de muitos que virão, esse é o nosso objetivo. Fazer musica gaúcha, levar o nosso canto a cada gaúcho dentro ou fora do Rio Grande.


6 - Qual é a previsão de lançamento do disco, quando ele chegará às lojas?
R&R – “GAÚCHOS” têm a previsão de lançamento para Março de 2009, mas enquanto isso vamos divulgando e fazendo shows de pré-lançamento pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Quem quiser contratar o show “GAÚCHOS”, pode entrar em contato com a nossa produtora Aline Ribas através do telefone: (53) 91426167 ou pelo e-mail producaogauchos@hotmail.com.



Agora, o "Gaúchos" já está nas lojas. Confira o trabalho desses grandes cantores da nossa música.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"DE PROCEDÊNCIA GUARANI"


Missioneira, de alma e procedência Guarani de corazon Uruguaia, trazendo duas Pátrias nos tentos e na voz.Cantante do Rio Grande e percussionistaIntegrante do Projeto Americanto - Orientadora de musica na Oficina de musica Americanto.Formada em Música da ESEP (Escola Sinodal de educação Profissional).

Colaboradora do Comin ( Conselho de Missão entre os Indios )



Tem em sua trajetória nacional e internacional marcada em grandes palcos. como o Carijo da Canção e o Teatro Zitarroza em Montevidéo, entre tantos outros.

Com dois trabalhos gravados: CD Guitarra Companheira em 2007

CD Classicos do Nativismo, difrenciado resgatando grandes obras do nosso cancioneiro e pela sua distribuição gratuita via internet pelo site www.ninafranca.com.br

Comprometida com o movimento tradicionalista gaúcho desde a infância, junto a cultura pampeana, sua escolha natural desde o começo do seu caminho artístico, sendo hoje uma representante autêntica de nossa cultura na música gaúcha e pampeana da América do Sul.
Contatos 51 35647447 - 51 81973564
www.ninafranca.com.br
www.ninafranca.blogspot.com