quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Informativo - Raineri Spohr

Apresentação do CD Por Campo e Galpões de Raineri Spohr

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

ACERCA DE UM AMIGO

É uma tarefa bastante difícil apresentar um jovem artista em sua primeira jornada fonográfica.

O que normalmente fazemos, os apresentadores, é simplesmente relatar quando conhecemos o dito intérprete, alinhavar comentários acerca de suas interpretações, tecer pequenas críticas (sempre positivas) aos trabalhos interpretados, entre outros considerandos.

Dentro da amizade que teci com Raineri, e cumprindo esta difícil missão, vou me permitir um pequeno afastamento da vaza comum desses intróitos contumazes.

Raineri Spohr é um pedritense de alma pura e mirada sincera.

Quando olha em nossos olhos, podemos sentir a grandeza de seu espírito de artista e sua imensa alegria de viver.

Raineri é algum desses iluminados que consegue traduzir com a voz, que consegue “dizer” com a alma o que foi composto por outrem.

Ouvindo o excelente repertório de seu disco, sobressai, entre a qualidade das composições, a excelência dos arranjos, a virtuose dos instrumentistas, a imensa carga de sentimento que carrega nos rincões de sua consciência: pegas de potros, solidão de corredor, silêncios de tapera, berro de touro nos fundões das invernadas, aboio tropeiro, flores de corticeira, cheiro de terra molhada, essência de mangueira, balcão de pulperia, saudades de um tempo que não vivemos e que assim mesmo é tão vivo em nossas mentes.

Verdade é o que ouvimos de Raineri. Ele não é apenas mais um jovem artista em sua primeira jornada fonográfica. Mas, com certeza, é outro desses iluminados de alma pura e mirada sincera, que consegue transportar nossas almas com sua voz.

Parabéns, amigo! Não te parabenizo apenas por tuas qualidades de artista, mas, principalmente, por tua humildade sincera e grandeza de caráter.

Nós, os teus amigos, saciamos a sede de arte na vertente de tua voz. Água pura de cacimba refletindo o céu de tua alma pura e mirada sincera.


Bagé, abril de 2008.

Guilherme Collares


http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=1844185

Comunidade RAINERI SPOHR

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comunidade RAINERI SPOHR

http://www.myspace.com/rainerispohr

My Space Raineri Spohr

http://rainerispohr.musicblog.com.br/

Blog Por Campo e Galpões

http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/raineri_spohr/

palco MP3 Raineri Spohr


CD “Por Campo e Galpões”, a venda nas melhores lojas!

Contatos Raineri Spohr

E-mail: raineri_spohr@yahoo.com.br

Cel.: (53) 84333390

Divulgação: Danieli Rosa

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

23ª Moenda da Canção - Santo Antônio da Patrulha

1 - EU E O JOÃO DE BARRO
Letra: Paulo Ricardo Costa
Música: Emerson Martins
Intérpretes: Arison Martins e Emerson Martins

2- SÓ O QUE O CORAÇÃO SANGRAR
Letra e Música: Duca Duarte
Intérprete: Luka


MELHOR INTÉRPRETE: Luka (por Só o que o coração sangrar)
MELHOR INSTRUMENTISTA: Renato Müller (pelo instrumental Garatuja)
MELHOR LETRA: Tadeu Martins (por Herança de Paixão, Letra de Tadeu Martins e Música de Airton Pimentel)
MELHOR VISUAL DE PALCO: Voando Baixo, Letra e Música de Caio Martinez
MÚSICA MAIS POPULAR
EU E O JOÃO DE BARRO
Letra: Paulo Ricardo Costa
Música: Emerson Martins
Intérpretes: Arison Martins e Emerson Martins

sábado, 22 de agosto de 2009

Joca Martins - Cavalo Crioulo 2


01. Alma Campeira (Poema De Abertura) Com Vilson Aguiar
02. Ginetes De Ouro
03. Santa Eulália
04. Têmpera Crioula
05. Rodopio De São Pedro
06. Lamborguine E Carapuça: Fazendo História
07. Viragro Rio Tinto
08. Cabanha Las Misiones
09. Cabanha Sol De Maio
10. Cabanha La Passión
11. Um Plantel De Dar Inveja!
12. Desde Os Tempos Do Itaí
13. Cabanha Itaó
14. Cabanha Santa Edwiges
15. A Grande Voz De Uma Raça
16. Se Houver Cavalo Crioulo

Pirisca Grecco - Comparsa Elétrica

01. Jeito Gaúcho
02. Fim de Mês
03. Mala de Garupa - com Mário Barbará
04. Rédeas
05. A Primeira pedra
06. Pra Onde Ir?
07. Mandinga
08. Rio da Infância - com as Irmãs Machado
09. Cordas de Espinhos
10. Rio Grande,Tchê - com Quarteto Gauderiando
11. Canta Maria
12. Trem da Fumaça

Informativo - Raineri Spohr


Um jeito gaúcho em cada canção

O De terra, campo e galpão entrevistou o cantor e compositor Pirisca Grecco. O seu novo trabalho já chegou ao mercado e traz a sua maneira inconfundivel de fazer música. São 10 anos de carreira, inúmeras premiações nos palcos dos festivais do estado e múitos amigos acrescidos à sua lista ao longo da estrada. Composições marcantes como Feito o Carreto, Pala da Noite e tantas outras fazem parte do repertório desse uruguaianense que, por onde passa, costuma dizer: Muchas Gracias! Nós que agradecemos, Pirisca. Confira:



Por João Cléber Caramez



1 Como começou a tua carreira no meio nativista?
No final do século passado tocava em botecos, música dos outros, durante 5 horas, pra moçada encher a cara. Através do Duca, conheci o Tulio Urach, em Santa Maria e que me deu boas letras pra musicar. Em 99, “Sumo de mim” passou na Coxilha. O Ângelo Franco me fez comprar bota e bombacha para defendê-la. Subi ao palco, para cantar uma música minha, para 5 mil pessoas, em silêncio. Provei, gostei e me aquerenciei nos festivais.





Capa do primeiro CD - O que sou e o que pareço


2 Conte um pouco da tua trajetória nos festivais, os fatos mais marcantes, as principais premiações.
São dez anos abrindo porteiras, conhecendo lugares e pessoas, ajudando a escrever a história desse movimento. Creio que o fato mais marcante é o de nunca ter brigado com ninguém. Sem dúvida as 3 Califórnias e os 3 Açorianos são as conquistas mais importantes. Sem menosprezar os 3 Repontes, 2 Musicantos, 2 Coxilhas...



Capa do segundo CD - Compasso Taipeiro


3 Quais são as tuas principais influências musicais, os referenciais para desenvolver tua musicalidade?
Sou um músico totalmente influenciável. Meu som está em constante formação. Não tenho uma fórmula certa. Procuro absorver o maior número de informações possíveis e o que eu gosto, aplico na primeira oportunidade que tenho. Meu porão é o meu laboratório e cada composição uma cobaia.




Capa do terceiro CD - Muchas Gracias


4 Como é a tua relação com outros músicos, principalmente com os teus parceiros musicais?
É uma relação familiar. Essa gurizada que está no mesmo barco, na mesma luta, são irmãos de alma, de estrada, de arte. Somos fãs um do outro e nada melhor que termos um ídolo por perto, atingível. Entende!?!





Capa do quarto CD - Bem de bem


5 Tu consideras um fator importante utilizar novos instrumentos, inovar os ritmos tradicionais e criar novos conceitos em nossa música ou não?
Tudo isso é um fator NATURAL. Não creio que tenha alguma importância. Não carrego a bandeira da modernização. Vivo em 2009, fecho shows pelo celular, baixo música da internet, gravo no computador. Meu trabalho é reflexo do meu habitat.




Capa do quinto CD - Comparsa Elétrica


6 Fale um pouco dos teus trabalhos e quais as músicas mais marcantes para ti?
Difícil falar “um pouco” daquilo que é TUDO em minha vida. Quanto aos temas marcantes, acredito que, Feito o Carreto e Jogando Truco me apresentaram ao movimento. Muitas marcaram: De Cima do Arreio, Rio Grande Véio, Muchas Gracias...



7 Como é a receptividade das pessoas ao teu trabalho? Tu tens um bom reconhecimento em razão da música?
Se foi o tempo em que o músico era visto como marginal. Hoje é uma profissão. As pessoas estão se dando conta disso. Tenho contrato com uma gravadora, estou lançando o 5º disco, tiro fotos, dou autógrafos, recebo aplausos, tenho conta no bolicho da esquina, enfim, estou feliz na condição de Artista.



No palco, 4ª Capela da Canção, em Amaral Ferrador


8 Quais são os teus próximos projetos, como está a concepção do novo CD?
Bueno, o COMPARSA ELÉTRICA (5º disco) já está nas lojas e acabo de chegar de um giro pela Europa (Portugal, Espanha e França). Creio que é hora de aterrissar, botar o pé no chão e trabalhar na divulgação desse CD.



9 Qual é a importância dos meios de comunicação, como a internet, o rádio; para divulgação da nossa música? Isso é um fator importante para atrair a atenção de mais pessoas para o nativismo?
Mas é claro, rapaz!


Pirisca ergue a Calhandra na 35ª Califórnia: venccedor 3 vezes

10 Deixe um chasque a todas as pessoas que admiram o teu trabalho e também os teus contatos.
Muchas gracias pelo carinho e compreensão. Tudo que tornamos público passa por um rigoroso critério de decência moral e o bom gosto que acreditamos que existe em nós. É sempre uma tentativa de agregar, de acrescentar ao Infinito Universo da Arte.


www.pirisca.com
www.myspace.com/piriscagrecco
Contato para shows (51) 9124 6866 com Duca Duarte.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Guyanuba em Sapucaia do Sul chega a sua 19ª edição

No início da madrugada desta segunda-feira, 10 de agosto, foram conhecidos os vencedores da 19ª Guyanuba da Canção Nativa, festival que aconteceu de 06 a 09 de agosto, promovido pela prefeitura de Sapucaia do Sul.
Eis os destaques:

1º Lugar: Recantar Uma Milonga
Autores: Carlos Cachoeira e Marcelo Lehmann
I: Carlos Cachoeira e Pirisca Grecco

2º Lugar: Caraguatá
Autores: Gujo Teixeira e Jorge Freitas
I: Jorge Freitas

3º Lugar: Razões de Outono
Autores: Olavo Loreto e Carlitos Mangallanes
I: Carlos Cachoeira e Marcelo Cachoeira

Mais Popular: Romance de Espinho e Flor
Autores: Gerri Roni Bergamo, Gerson Mattos e Junior Silva
I: Junior Silva

Melhor Instrumentista: Thiago Quadros - Caraguatá
Melhor Intérprete: Flavio Hansen - Encilhas (João Stimamilio/Érlon Péricles )

Fase Regional:
1º Lugar: A Poesia e o Tempo
Autores: Sônia Mara e João Lucas
I: Sônia Mara e Família Cirne
Fonte: Blog Jairo Reis - www.jairoreisrs.blogspot.com

terça-feira, 7 de julho de 2009

O Rio Grande canta o cooperativismo - 1ª Etapa, em Porto Alegre

O salão de eventos da Sogipa, em Porto Alegre, acolheu, na noite de sábado, 04 de julho de 2009, a primeira etapa classificatória do festival "O Rio Grande Canta o Cooperativismo". Concorreram dez canções, tendo sido classificadas quatro para a grande final que acontecerá no mes de novembro próximo. A comissão avaliadora, formada por Eraci Rocha, Raul Amaral, Fátima Gimenez, Camargo e Oscar dos Reis, apontou três classificadas e o público, através de votação em cédulas, determinou a quarta finalista.

Foram classificadas as seguntes músicas:

1. NUM RIO DE SONHAR

Letra: Fernanda Irala Gomes
Melodia: João Bosco Ayala Rodriguez
Intérpretes: Juliana Spanevello e Jean Kirchoff

2. A UNIÃO DAS PALAVRAS

Letra e Música: Adão Quevedo
Intérprete: Robledo Martins

3. EU ACREDITO NA TERRA

Letra: Valdir e Adelmir Disconzi
Música: Sérgio Rosa

Intérprete: Nilton Ferreira

4. IGUAIS AS CIGARRAS (escolhida pelo público)

Letra: Armando Vasquez
Música: Adão Quintana e Daniel Freitas dos Santos
Intérpretes: João Quintana e João Walter

O Festival "O Rio Grande Canta o Cooperativismo" é promovido pelo Sistema Ocergs-Sescoop/RS com o apoio das cooperativas do Estado. Seu objetivo é promover e valorizar o cooperativismo através da música gaúcha. Além da Etapa Porto Alegre, acontecerão classificatórias nos municípios de Marau, Santa Maria e São Luiz Gonzaga. A final será em Gramado. Todas as composições finalistas farão parte do CD e DVD do evento.

*Fonte: Blog Jairo Reis - www.jairoreisrs.blogspot.com

Entrevista (repostada) - Mauro Moraes

O De terra, campo e galpão reposta desta vez, uma entrevista feita feita com Mauro Moraes através do blog De campo e alma. Confira:

Mauro Moraes abre cancha com seu 13º CD: Fronteira


Mauro Moraes, um dos grandes compositores da música nativista, lançou recentemente o seu 13º CD intitulado “Fronteira”. As suas temáticas campeiras e a vida do fronteiriço descrita em versos são algumas características de seu trabalho. Veja a seguir, a entrevista concedida ao “De campo e alma”:

Por João Cléber Caramez


1 - Como foi a concepção do teu 13° CD - Fronteira - recentemente lançado?
Moraes- A idéia era de cantar e contar a fronteira sua gente, suas pacholices, lides e gauchadas. Os temas foram cuidadosamente elaborados variando hora do imaginario artístico, hora de experiências vividas do autor e de seus parceiros (todos de fronteira) como Anomar Danúbio Vieira, Evair Gomes, Gujo Teixeira, Fernando Soares. Inclusive, a canção que empresta o título FRONTEIRA foi composta em parceria com Anomar especialmente para o CD já com o pensamento voltado para a participação especial da dupla Cesar Oliveira e Rogério Melo até mesmo antes de convidá-los.


2 - Anos atrás, tu disseste que não tinha pretensões de ser cantor. Como tu firmaste essa idéia e continuas cantando?
Moraes - É verdade mas existem várias maneiras de exercitar a composição e eu descobri que a visão e a sonoridade das palavras, só o autor consegue identificar sua verdadeira definição, assim tenho me dedicado e dentro dos meus limites tenho alcançado progressos.


3 - Qual tua opinião sobre as parcerias musicais com as que tu já fizeste com César Oliveira e Rogério Melo, Luíz Marenco...?
Moraes - Tenho uma gratidão com todos aqueles que ao emprestar sua vocação artística, qualificam por demais meus trabalhos dando vida e alma aos mais variados temas e melodias. Para estar comigo não basta ser talentoso tem que ser meu amigo, confiar e acreditar naquilo que penso, escrevo e componho, então a partir disso tenho sempre que possível convidado alguns para participar.


4 - Qual foi o melhor disco pra ti, aquele que mais te emocionou?
Moraes - Não tenho o melhor disco, todos tem a sua emoção, sua inspiração, sua importância, alguns mais, outros menos mas na média tudo foi muito prazeiroso fazer. Tenho sim, muita saudade de alguns amigos que juntos colaboraram para que tudo desse certo MARCELO CAMINHA, DIEGO CAMINHA, EDILBERTO BERGAMO, LUIZ MARENCO, JOSÉ CLÁUDIO MACHADO e BEBETO ALVES, gente que hoje tenho visto muito pouco mas os tenho guardado dentro do meu coração.


5 - O campo, suas peculiaridades e Uruguaiana são temas bastante comuns em tuas composições. Fale um pouco para nós sobre a tua inspiração para compor.
Moraes - O campo é uma fonte inesgotável e quanto a compor, componho por intuição, lido muito com meu estado de espírito e a inspiração é a minha melhor amiga. Uruguaiana - muita falta, muita saudade de tudo e de todos...


6 - Muitas premiações em festivais, discos bem aceitos no cenário nativista, mas quais são os teus objetivos? Tu almejas realizar algo que ainda não teve oportunidade?
Moraes - Meus objetivos ainda são os mesmos, continuar a fazer amigos, compondo com a vida, mateando e tocando violão. Quanto ao resto eu sei o que eu não quero almejar: Conquistar a distante e burra unanimidade sobre tudo que escrevo.

7 - O mate está lavado e a milonga silenciou. Deixe um chasque bem gaúcho para os amantes do nativismo e da musicalidade única de Mauro Moraes.
Moraes - Bueno então algo para pensar "A profundidade de analise de alguns nas artes, nas letras, uma formiga passa com água pelas canelas", no más era isso, me queiram bem que não custa nada, baita abraço!

Entrevista (repostada) - Fabiano Torres

O blog De terra, campo e galpão traz mais uma entrevista feita através do blog De campo e alma, com o gaiteiro Fabiano Torres. Confira:

Gaiteiro Fabiano Torres vive grande momento da carreira

Fabiano Torres, músico e instrumentista de Sant’ana do Livramento, é uma das grandes afirmações do nativismo gaúcho nos últimos anos. Nascido e criado na campanha gaúcha, trouxe o dom de ser gaiteiro.Influências não faltaram e apesar das dificuldades,vive um grande momento de sua carreira,premiando o seu trabalho e dedicação. Veja a seguir, a entrevista feita durante a 3ª Manoca do Canto Gaúcho, em agosto:



Por João Cléber Caramez


Quando foi o teu inicio no nativismo?
Sempre gostei da gaita,desde pequeno aos nove anos ganhei o primeiro instrumento.
Uma gaita de oito baixos,através dela conheci o Leonel Gomez com quem fiz as minhas primeiras aulas. Outras pessoas também foram fundamentais nessa etapa como
o Valter Vargas,Sandro Malcorra com quem depois fiz parceria no Grupo Fronteira e o Marcelo Nunes.Outro ponto fundamental foi integrar o Grupo Charla de Fronteira no qual me aprofundei mais ainda na musica nativista.

As tuas participações em festivais começaram de que forma?
A minha primeira participação foi na 1ª Vertente do Canto Nativo em Sant’ana do Livramento,festival esse que recebi o troféu de melhor instrumentista. Logo em seguida participei da 1ª Canoa da Canção Gaúcha, na cidade de Canoas em 2004, no qual tive a oportunidade de conhecer o poeta santanense Eduardo Soares que foi referencial para que eu integrasse a banda do Joca Martins.Trabalhei com o Joca por alguns meses e comecei a ter contato com outros músicos no qual trabalho e me relaciono até hoje.

Quais são as tuas principais premiações nos festivais nativistas?
Tive a oportunidade de conquistar alguns prêmios como esse que recebi agora, o de melhor instrumentista da 3ª Manoca do Canto Gaúcho na fase local e geral. Também fui premiado no Um canto para Martin Fierro –Sant‘ana do Livramento,Coxilha Nativista – Cruz Alta,Sapecada da Canção Nativa- Lages/SC,Minuano da Canção Nativa –Santa Maria,entre outros prêmios de forma coletiva.


Quais são os teus objetivos na seqüência da carreira?
Pretendo continuar tocando gaita porque amo fazer isso e gana não me falta. Acredito que todos os músicos têm que dar o melhor de si quando sobem ao palco,tocar com o coração,com a alma. Precisa ter humildade e dedicação,tratar a música com respeito e trabalhar para alcançar os objetivos.

Qual é a tua opinião sobre a juventude que está ingressando no nativismo?

Sobre essa questão acredito que eu ainda sou um desses jovens, porque eu ainda tenho muito a aprender e absorver o conhecimento dos mais experientes.
Os festivais estão repletos de caras novas e assim, esse pessoal vai dando continuidade ao que vem sendo realizado e o nativismo vai se renovando. Os poetas que surgem também são fundamentais, porque deve ter uma perfeita harmonia entre letra e melodia. Precisam retratar com muita sensibilidade ao que se referem.
O importante é que a qualidade musical está se mantendo e que esses novos músicos vêm com muita gana de fazer bonito e por isso estão se aperfeiçoando cada vez mais. Acredito na união e o ponto mais importante para mim é a humildade.
Devemos nos unir e sermos humildes, respeitando o espaço dos mais “velhos” pois eles são os “troncos” do movimento nativista, não podemos querer “crescer” mais que eles mas sim aprender com eles.Hoje em dia, os espaços são maiores tanto na parte da organização dos festivais como na mídia, a imprensa faz um trabalho muito bem feito e devemos colaborar pois eles são os maiores divulgadores do nosso trabalho.Acredito na união das raças e culturas, pois, temos um folclore muito rico e podemos aproveitar muitas coisas boas dele, assim como as nossas crianças que convivem nesse meio aprendendo o que é identidade cultural e respeitando as outras manifestações como no projeto que esta sendo realizado aqui em Santa Cruz do Sul.

Sensitivo para retratar suas benquerenças

Juliano Gomes, músico de Santana do Livramento, não é desses músicos convencionais. Não faz música para vender, mas para sentir. É assim que podemos defini-lo. Premiado em muitos festivais, é o atual vencedor do festival de sua terra: Um canto para Martin Fierro. A composição Batismo, uma parceria com Sérgio Carvalho Pereira, foi a mais premiada de todas as edições.
Mais um "aluno" de Leonel Gomez, destaca-se ao lado de outros artistas como Marcelo Oliveira, Lisandro Amaral, Fabiano Torres, Luciano Fagundes e tantos outros que conquista pela estrada. Dessa parcerias, surgiu "Sensitivo". Um trabalho intimista que envolve a participação, além dele, dos compositores Evair Suarez Gomes e Fernando Soares, além da qualificada interpretação de Luíz Marenco e a participação especial de outros grandes intérpretes.
Essa proposta parte da intenção de regsitrar algumas músicas de festivais, já que são poucos CD's que chegam ao público. Além disso, são músicas para retratar a cultura gaúcha, principalmente fronteiriça, de grande sensibilidade. Canções que realmente nos tocam. Vem por aí um novo projeto chamado"Benquerenças", ao lado do talentoso André Teixeira...
Te convido a conhecer um pouco mais deste grande nome do nativismo, nesta entrevista cedida ao De terra, campo e galpão:




Por João Cléber Caramez



Capa do CD Sensitivo

3 - Quais são as principais temáticas presentes na obra?

O disco "Sensitivo" trata do campo quase que especificamente. Só que a verdade do campo não é o que muitos falam, como chegar do campo e tocar um violão na frente do fogo. Esse nosso trabalho fala do homem de campo, da lida bruta, dos seus sonhos, suas paixões, das gauchadas.

4 - Evair Suarez Gomes gosta muito de trabalhar suas letras em espanhol. Podemos esperar muitas canções nesse estilo?

O Evair é como se diz... doble-chapa. Nasceu em Santana do Livramento, mas morou muito tempo do outro lado da linha, em Rivera (Uruguay). Por isso escreve muitos de seus trabalhos em espanhol ou em portunhol que é a língua falada na fronteira.

5 - Qual é o grande objetivo desse trabalho?

Sensitivo tem como objetivo maior o registro de um trabalho que já fazemos há algum tempo. Um trabalho sério que procura falar de uma maneira clara e objetiva das coisas do campo. Procura mostrar também a influência direta da cultura argentina e uruguaya que temos em nossas obras.

Participação do programa Galpão Nativo, da TVE


6 - Tu acreditas que os trabalhos lançados pelo cenário nativista são bem divulgados e tem boa aceitação pelo público?

Aí é que está o foco que deve ser abordado. A divulgação. Vivemos num mundo que se diz globalizado, mas que só divulga o que é comercial. O que é comercial vende e o que é mais intimista fica nas prateleiras. A música é muito importante para a cultura de um povo. Para ser sincero, não quero que meus filhos e meus netos cresçam ouvindo só o que a televisão nos impõe. Quero deixar para eles algo de bom e produtivo. Algo de fundamento.

7 - Nos festivais, quais são as tuas participações mais recentes? E as principais premiações?

Comecei nos festivais no ano de 1988 tocando gaita de botão. Com o tempo, peguei apreço pelo violão e pelo baixo. Eu já tinha em anos anteriores algumas parcerias com o Joca Martins e o Adriano Gomes. A partir de 2001, comecei a compor mais e levar a composição mais a sério. Já fui premiado em festivais como Sapecada, Martin Fierro, Vigília, Gauderiada, Reculuta, Ronda de São Pedro, Nevada, Ponche Verde, Canto dos Cardeais, Canto sem fronteira, Galponeira, etc.

Premiado durante o Martin Fierro: Batismo

8 - Conte um pouco da tua trajetória musical e deixe um chasque para os teus admiradores.




Acesse o blog: www.julianochamacogomes.blogspot.com
*Fotos: Blog Juliano Gomes

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Entrevista (repostada) - Marcelo Oliveira

O De terra, campo e galpão posta mais uma entrevista feita através do blog De campo e alma. Confira:


Entrevista:Canário mostra toda a virtude do seu canto

Marcelo Oliveira, cantor nativista reconhecido pela sua voz única e incomparável e por suas canções repletas de amor e muito sentimento pelo campo, fala sobre a sua carreira e suas participações nos festivais do estado. Através deles, Marcelo se firmou como um dos principais intérpretes do nativismo com suas constantes premiações. Acredita que os músicos com que convive como Lisandro Amaral, Luciano Fagundes, Cristian Camargo e tantos outros, fazem parte de sua família em razão dos fortes laços de amizade criados pelos anos de convivência. Veja a seguir, a entrevista concedida pelo “Canário” ao De campo e alma:


Por João Cléber Caramez

1 – Como começou tua carreira no cenário nativista?
Marcelo
- Eu comecei minha carreira músical como a maioria de meus colegas, cantando em concursos de intérprete vocal e participando de rodeios. Foi em 1997 quando conheci pessoalmente Luiz Marenco, que foi meu maior incentivador e através dele, subi num palco de festival, amadrinhado por Fabiano Bacchieri.

2 – Tu já estas trabalhando no lançamento de um novo CD?
Marcelo - Ainda não. Tenho projetos em andamento, ainda divulgo e trabalho com o CD Rincão da Alma, que há pouco foi lançado. Acho que tem muito a ser tocado ainda.

3 – “Rincão da Alma” rendeu os resultados esperados?
Marcelo - Como eu vinha falando, é um CD que tem muito a ser tocado ainda, mas considero como um grande amadurecimento de minha carreira musical.

4 – Quais são as tuas principais referências na música?
Marcelo - Bueno, tenho muitas referências musicais. Vou citar artistas que apontaram sem sequer saberem o caminho que percorro. São eles: Luiz Marenco, Fabiano Bacchieri, Noel Guarany, Cenair Maica, Eron Vaz Mattos e Alfredo Zitarrosa posteriormente.

5 – Fale um pouco sobre a tua recente trajetória nos festivais?
Marcelo - Bueno. Considero que minha trajetória seja como uma estrada de aprendizado, pois, apesar de aparecer menos no cenário dos festivais ,de dois anos pra cá, sempre quando posso participar é uma nova experiência e um novo prazer. Ao longo de nove anos de carreira em festivais e fora deles, eu cresci muito como artista e principalmente como homem. Devo a minha vida e amadurecimento pessoal aos festivais.


6 – Como é o teu relacionamento com os teus grandes parceiros musicais?
Marcelo - Meu relacionamento é o melhor possível. Formamos uma família onde trocamos experiências e muita cumplicidade. Nos entendemos apenas com um simples olhar!É maravilhoso!!!

7 – Quais são as composições que tu consideras mais marcantes na tua carreira?
Marcelo
- Composições marcantes têm várias, porque em cada cidade em que a gente se apresenta, tem uma música que as pessoas pedem com mais fervor. Isso se dá, por estarmos sempre no meio dos festivais, que serve de laboratório pras composições serem apartadas e inseridas nos cds que a gente grava. (geralmente é assim). Mas cito duas músicas que não posso deixar de tocar: Campo e Luz e Campeiros, ambas do primeiro CD.

8 – Deixe um chasque para todos aqueles que admiram o teu trabalho.
Marcelo
- Quero dizer que o que faço é por amor a esta terra e às pessoas que lutam pela cultura da terra. Queria agradecer o carinho que as pessoas tem comigo e dizer que estarei sempre retribuindo através de música! Gracias João Caramez pelo carinho e oportunidade de resumir meu caminho e meu pensamento! Fiquem com Deus e se Deus quiser nos encontraremos ao vivo.

César Oliveira e Rogério Melo - Procedência

- PROCEDÊNCIA -


Procedência é o nome do novo trabalho de César Oliveira e Rogério Melo, um álbum composto por dois discos: “Apegos e Anseios do meu Canto”, no qual César Oliveira interpreta canções de Rogério Villagran, e “Regional”, onde as composições de Anomar Danúbio Vieira recebem a interpretação de Rogério Melo. Como não poderia deixar de ser, César e Rogério cantam juntos em cinco faixas de cada um dos discos.
O álbum foi nomeado a partir de sua proposta: a de mostrar a procedência, as origens musicais, de cada um dos artistas. Neste sentido, “Apegos e Anseios do meu Canto” apresenta um resgate do início da carreira de César Oliveira e mostra sua forte identificação com o folclore dos países do prata. O CD traz, em sua maioria, composições inéditas de Rogério Villagran, parceiro desde o início de sua trajetória, quando ambos participavam dos festivais nativistas.
Os arranjos do disco são primorosos e se valem de instrumentos que dão um tom especial às músicas como é o caso da harpa paraguaia em uma polca; dos arranjos de piano em chacarera; e o violoncelo em uma milonga. A produção musical é assinada por Marcello Caminha.Já em “Regional”, Rogério Melo interpreta composições de Anomar Danúbio Vieira sob a produção musical de Luciano Maia. A sonoridade deste disco remete mais ao trabalho atual do dueto e representa bastante bem a identificação musical de Rogério com a música crioula e o regionalismo gaúcho.
Há um vasto leque de ritmos que compõem o repertório como polca, milonga, rasguido, vanera, entre outros, que sempre são valorizados na discografia de César e Rogério. A trova, importante e muitas vezes esquecida manifestação artística do folclore rio-grandense, também recebe destaque através da música “Velório do Juca Torto”.Em suma, o projeto “Procedência” visa prestigiar os compositores que são parceiros de César e Rogério desde o início de suas carreiras e também expressar um pouco das referências e influências de cada um dos artistas.
Exatamente esta individualidade de estilos apresentada no álbum é que, somada, enriquece e engrandece o trabalho do dueto. Este lançamento é a primeira parte de um projeto mais amplo que culminará em um DVD comemorativo aos dez anos da carreira de César Oliveira e Rogério Melo.


CD 1 - APEGOS E ANSEIOS DO MEU CANTO
CÉSAR OLIVEIRA canta Rogério Villagran

01- Apegos e Anseios do Meu Canto
02- Pra um Tal de Eloí Pechada
03- Assim Sou Eu e Me Vou
04- Domador Loco
05- Frente Ao Teu Grito de Forma
06- Leguera
07- Junto ao Balcão do Bolicho
08- Na Farra
09- Abagualado
10- Menos Que Deus Porém Mais do Que Um Homem
11- Onde um Guaxo Dobra os Punho
12- Xucro Encanto
13- Quando Se Agranda um Fronteiro
14- Milonga do Pealador
15- Noite de Ronda Redonda


CD 2 - REGIONAL
ROGÉRIO MELO canta Anomar Danúbio Vieira

01- Regional
02- Não é Por Nada
03- Redomona
04- Velório do Juca Torto
05- De Cacho Atado
06- Se Bamo Embora
07- Fronteira
08- Estâncias da Fronteira
09- Graças a Deus
10- A Pau e Grito
11- Por Aí
12- No Cantar Das Nazarenas
13- Retrato Gauchesco
14- Chacarera da Coragem
15- Tempo Feio

Entrevista (repostada) - "Gaúchos" : Robledo Martins & Rui Carlos Ávila

Em entrevista cedida no final do ano passado, para o De campo e alma, Robledo Martins e Rui Carlos Ávila estavam na fase de gravação do seu primeiro trabalho em dupla. A previsão era de lançamento em março, mas por alguns motivos, a data foi alterada e dessa forma, o CD foi lançado oficialmente no último dia 10, para a alegria do público nativista que esperava com ansiedade pela chegada de uma nova idéia que os Gaúchos trazem com sua música. Veja a entrevista, agora postada pelo De terra, campo e galpão:




Entrevista : Robledo Martins e Rui Carlos Ávila lançam em março o disco "Gaúchos"

Robledo Martins e Rui Carlos Ávila são dois grandes intérpretes da música nativista e agora apostam em um trabalho em parceria com previsão de lançamento em março do ano que vem. “Gaúchos” é o nome desse grande projeto, que conta com a participação de outros músicos renomados como Luiz Marenco, além de reconhecidos poetas do cenário gaúcho. Veja a seguir a entrevista que fizemos com a dupla:



Por João Cléber Caramez

1 - Como surgiu a parceria entre vocês para a gravação do disco?

R&R – A consolidação da nossa parceria musical aconteceu quando fizemos a melodia da música “Ante as Ruínas Missioneiras” com letra de Noel Guarany, João Sampaio e Marcos Aquino, posteriormente defendida na Manoca do Canto Gaúcho em Santa Cruz do Sul, onde tivemos a alegria de recebermos o segundo lugar do festival. A partir deste momento, sentimos que poderíamos colocar em prática o projeto de gravação de um novo cd com união de nossas carreiras. Robledo, com a experiência de 20 anos de estrada e a carreira consolidada em festivais e Rui, com a juventude e o talento de quem canta as coisas do campo com singularidade e amor pelo nosso chão.




2 - Quais serão as principais temáticas deste trabalho?
R&R – O Gaúcho, essa é a temática do nosso primeiro trabalho juntos. Desde a definição do título do cd, a seleção do repertório toda a temática remete ao Gaúcho, o homem do campo, seus costumes e peculiaridades, buscando a musicalidade em sua mais pura essência.

3 - O trabalho pode aumentar o reconhecimento de vocês além do cenário dos festivais. Como vocês encaram o projeto?
R&R – O reconhecimento vêm através do tempo, e é a conseqüência de um trabalho bem feito e de qualidade. Os festivais são oficinas de artistas (músicos, poetas e intérpretes), onde vários se projetaram e se projetam até hoje. E com a gente não foi diferente. A estrada dos festivais é onde a gente aprendeu e aprende, e eles vão continuar fazendo parte da nossa história. Esse projeto é mais um passo em nossa carreira. Sempre buscamos levar a cultura do nosso Rio Grande em nossa mala de garupa “solitos”, porém agora andaremos juntos, mas com o mesmo propósito, levar o nosso canto a todos os cantos do Rio Grande.



4 - Vocês regravarão músicas de seus discos individuais ou o trabalho será totalmente inédito?
R&R – O CD “GAÚCHOS” trará algumas regravações de músicas já conhecidas e de autores renomados, além de musicas inéditas. No cd, estarão obras premiadas em festivais, defendidas por vários intérpretes e agora regravadas em nossas vozes. Entre os compositores que farão parte do disco, Gujo Teixeira, Noel Guarany, João Sampaio, Marcio Nunes Corrêa, Delci Oliveira, Xiru Antunes, Roberto Luçardo, João Bosco Ayala, Fabiano Bacchieri, Juarez Machado de Farias, Fábio Prates, Diego Muller, Eduardo Muñoz e Luiz Marenco.


5 - Qual é o grande objetivo da parceria para este trabalho?
R&R – Este certamente é o primeiro de muitos que virão, esse é o nosso objetivo. Fazer musica gaúcha, levar o nosso canto a cada gaúcho dentro ou fora do Rio Grande.


6 - Qual é a previsão de lançamento do disco, quando ele chegará às lojas?
R&R – “GAÚCHOS” têm a previsão de lançamento para Março de 2009, mas enquanto isso vamos divulgando e fazendo shows de pré-lançamento pelo Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Quem quiser contratar o show “GAÚCHOS”, pode entrar em contato com a nossa produtora Aline Ribas através do telefone: (53) 91426167 ou pelo e-mail producaogauchos@hotmail.com.



Agora, o "Gaúchos" já está nas lojas. Confira o trabalho desses grandes cantores da nossa música.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

"DE PROCEDÊNCIA GUARANI"


Missioneira, de alma e procedência Guarani de corazon Uruguaia, trazendo duas Pátrias nos tentos e na voz.Cantante do Rio Grande e percussionistaIntegrante do Projeto Americanto - Orientadora de musica na Oficina de musica Americanto.Formada em Música da ESEP (Escola Sinodal de educação Profissional).

Colaboradora do Comin ( Conselho de Missão entre os Indios )



Tem em sua trajetória nacional e internacional marcada em grandes palcos. como o Carijo da Canção e o Teatro Zitarroza em Montevidéo, entre tantos outros.

Com dois trabalhos gravados: CD Guitarra Companheira em 2007

CD Classicos do Nativismo, difrenciado resgatando grandes obras do nosso cancioneiro e pela sua distribuição gratuita via internet pelo site www.ninafranca.com.br

Comprometida com o movimento tradicionalista gaúcho desde a infância, junto a cultura pampeana, sua escolha natural desde o começo do seu caminho artístico, sendo hoje uma representante autêntica de nossa cultura na música gaúcha e pampeana da América do Sul.
Contatos 51 35647447 - 51 81973564
www.ninafranca.com.br
www.ninafranca.blogspot.com

terça-feira, 30 de junho de 2009

Benquerenças







Gaúchos: Robledo Martins e Rui Carlos Ávila


Onde "meu canto" ganha vida

Dias atrás, publicamos uma entrevista referente ao CD "Meu canto - poemetos de campo" com o amadrinhador Silvério Barcelos. Apenas um poema, dividido em quatro partes, com a autoria de Eron Vaz Mattos. Desta vez, complementamos esse assunto com as palavras do declamador Xirú Antunes, que fala ao De terra, campo e galpão sobre esse trabalho, a sua importância e o que representa para a cultura gaúcha:

Xirú Antunes: declamador desta obra








Por João Cléber Caramez



1- Como foi a concepção deste trabalho intitulado "Meu canto - poemetos de campo"?


Ao ler a obra de Eron Vaz Mattos, Meu Canto, achei de vital importância para o Rio Grande do Sul. Trata de elementos que constituíram a personalidade do gaúcho que estão se deteriorando com o passar do tempo. Primeiramente, pelo desinteresse dos órgãos competentes responsáveis pela cultura no estado; segundo pela falta de leitura e de pesquisa da maioria dos jovens; terceiro porque gravando esta obra facilitaria seu entendimento e quarto, porque esta obra é uma referência de gauchismo, de sensibilidade terrunha, da personalidade do homem do campo.


2- Fale um pouco deste trabalho, como ele será desenvolvido e o que representa para a tua carreira?


É um trabalho que foi desenvolvido em quatro partes, cada uma delas trabalhada sensivelmente pelo Silvério, dando as características musicais expressivas necessárias e completas e tendo o aval da apresentação magnífica do poeta Sergio Carvalho Pereira que muito nos ajudou e apoiou neste trabalho. Um trabalho praticamente artesanal que é um marco pra mim, porque cada verso descrito me leva a muitas coisas que vivi nesta vida e em outras passadas. Além do mais, este trabalho me devolve a consciência do recitado que foi meu primeiro oficio.


3- Como será a divulgação, já que é bastante recente e como tu acreditas que as pessoas receberão este trabalho?



A divulgação será feita por nós mesmos, em eventos que participarmos. Pretendemos fazer três lançamentos importantes: em São Lourenço do Sul, Pelotas e Bagé e ainda em outros lugares que nos acolham. No más, é um trabalho para ficar. Acho que inicialmente as pessoas vão estranhar, porque a mídia dá importância hoje em dia a trabalhos mais turbulentos em que a poesia passa batida em que as melodias são alegres e bailáveis como eles costumam dizer. Sendo assim, as coisas são injetadas e as pessoas não pensam muito, nem se dão conta de que vivemos num mundo em que a cultura e a identidade estão sendo aos poucos subjugadas.

4- Tu acreditas que os poemas tem poucos espaços (locais, festivais) para serem apresentados porque a música é dominante?



Certamente. Tempo atrás, existiam diversos espaços para poesia, inclusive, diversos festivais. Hoje, podemos contar nos dedos. Não é que a música domine, mas é a cultura das pessoas que muitas vezes estão a frente de prefeituras, de eventos, e que preferem apostar em outro tipo de arte, exatamente por serem pessoas despreparadas que muitas vezes estão ali apenas politicamente.

5- Existe uma projeção para um eventual segundo trabalho entre essa parceria?



Sim, provavelmente faremos outros trabalhos neste estilo com o poeta Eron Vaz Mattos.

6- Como é a tua convivência com os teus parceiros Eron Vaz Mattos e Silvério Barcellos?



Muito boa. Obviamente, quem bebe da mesma fonte tem algo em comum e estas coisas aproximam as pessoas e as tornam bem relacionadas.

7- Tu acreditas que os "poemetos de campo" podem ser mais valorizados na mídia e que novos poetas e declamadores possam seguir os rastros de grandes ícones como Jayme Caetano Braun?



Acredito pela força dos versos, vai levar um bom tempo ainda. É um trabalho para ser visto com carinho e bastante calma. Uma expressão folclórica leva no mínimo trinta anos para se aculturar. Certamente que novos poetas e recitadores podem e devem seguir os caminhos de Jaime. Ele era um poeta que opinava e muito, esta era a grande característica dele, não ficar em cima do muro e assim que a coisa deve ser, porque como disse Noel, é um dever dos payadores falar o bem da verdade e se Deus deu este dom, é preciso também usar contra injustiças. Tem que existir também um papel social nisto tudo.

8- Conte um pouco para nós um pouco do teu sentimento ao escrever poemas e mais tarde, declamá-los. O que é necessário para ser um grande poeta e um grande declamador?



Um poema é uma forma de ver o mundo. Escrever é estar vivo, ter consciência do ser. E aqui nesta querência do sul, é estar de bem com os avós. Necessário para ser um grande poeta e declamador primeiramente é ter este dom, depois é saber cultivar com humildade e respeito as nossas raízes, preservar sem excessos nem agressividades e principalmente ter intimidade com a natureza.

9- Quais são as tuas principais fontes de inspiração para compor? Tu tens referências que influenciam no que escreves?



São elas as mesmas referências que me influenciam: o campo, os elementos que o compõem, suas peculiaridades. Muitas delas eu vi e fiz parte no segundo distrito de Piratini, quando era mais novo. Muitas destas coisas encontrei nas palavras dos poetas Osiris Rodriguez Castillo (uruguayo), Serafin Rota Garcia (uruguayo), Jaime Caetano Braun, Aureliano de Figueredo Pinto, Athaualpa Yupanqui(Argentino), entre outros. Enfim, o trabalho de pesquisa mesclado a minha vivência no campo junto ao meu dom, me deram a minha organização descritiva.

10- Deixe um chasque para aqueles que admiram os trabalhos poéticos como este e os teus contatos.



Primeiramente, agradecer a todos que de uma forma ou de outra admiram as coisas que faço, agradecer a ti pela atenção dispensada, meu fone é 5381187878, meu email é xiruantunes@hotmail.com, estou a disposição no que diz respeito a cultura das três pátrias, um abraço e gracias.

domingo, 21 de junho de 2009

4ª Manoca do Canto Gaúcho - Santa Cruz do Sul


LANÇAMENTO
Data: 26 de junho - às 19h30min
Local: Centro de Cultura Franscisco José Frantz


INSCRIÇÕES PARA A FASE LOCAL
Período: de 29 de junho a 13 de julho de 2009
Os locais para retirada do regulamento serão divulgados durante a semana.

TRIAGEM DA FASE LOCAL
Data: 18 de julho de 2009
Serão selecionadas 10 composições

FASE LOCAL
Data: 07 de agosto de 2009
Local: Bierhaus
Show: com Antônio Gringo
Serão 10 composições selecionadas na triagem irão. Se classificam 2 composições para a Fase Nacional.
FASE GERAL
Data: 06 de setembro de 2009
Local: Auditório da Faculdade Dom Alberto
Show: Luíz Marenco


Promoção: Associação Cultural Pró Rio Grande, Confraria Nativista de Santa Cruz do Sul, Dom Alberto, Gazeta Grupo de Comunicações.

Apoio: Poder Público Municipal, Absoluta Copiadora, Sindicato dos Bancários, Rápido Transpaulo


Informações:
51 9701-4788 - Rovani Morales - Coordenador Geral da 4ª Manoca
51 9649-9959 - Alex Carvalho - Presidente da Associação Cultural Pró Rio Grande

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Festival Pampa e Cerrado encerra com vitória de Bosco Ayalla e Martin César

Robledo Martins em palco na interpretação vencedora
A música De Sacramento a Sorocaba, de autoria dos compositores João Bosco Ayalla Rodrigues e Martin Cesar Gonçalves conquistou o primeiro lugar da Linha Pampa no 1º Festival Pampa e Cerrado, realizado em Brasilia-DF, nos dias 11,12 e 13 de junho de 2009. A obra, defendida pelo cantor Robledo Martins, ficou também com o troféu de Melhor Arranjo. Na segunda colocação classificou-se a milonga Sovéu Curto , de Heleno Cardeal e Pedro Guerra, defendida por Marco Aurélio Vasconcellos, cuja atuação lhe rendeu o prêmio de Melhor Intérprete Masculino. A Melhor Intérprete Feminina foi Shana Muller por sua interpretação de Gaúcha Bandeira, de Érlon Péricles e Angelo Franco. A Melhor Letra do festival foi Companheiro, de Telmo Vasconcelos e Eduardo Monteiro Silva. O violeiro Bilora recebeu o troféu de Melhor Instrumentista por sua participação na música "Saudade Matadeira".
Na Linha Cerrado, o troféu de primeiro lugar ficou Saudade Matadeira, letra, melodia e interpretação de Diorgen Junior. Em segundo lugar classificou-se Parada das Araras, de Zé do Prado, defendida pelo próprio autor.
*Fonte: Blog Jairo Reis

Márcia Tauill e Júlio Seda e Rafael são os vencedores do Viola de Todos os cantos

Final foi acompanhada por mais de 15 mil pessoas na noite de sábado (13), em Araraquara.

As músicas “Colheita” de Márcia Tauil e “O cantar do Galo” da dupla Júlio Seda e Rafael foram as vencedoras, respectivamente, das categorias regional e raiz na grande final do Festival Viola de Todos os Cantos, realizada na noite de sábado (13), em Araraquara.
Mais de 15 mil pessoas acompanharam a apresentação das 10 músicas finalistas no Centro de Eventos de Araraquara e Região (CEAR/Facira). Segundo a organização, esse é um novo recorde de público do Festival na cidade.

Melhor Intérprete
Na categoria regional, a música “Na paz e na dor”, interpretada pelo gaúcho Nilton Ferreira e com letra de Carlos Omar Vilela Gomes venceu a terceira edição do Troféu “Voto Popular”. A música teve 1.249 votos dos internautas que acessaram o site do Viola no EPTV.com. Além disso, Nilton Ferreira foi eleito como o melhor intérprete do Festival.

Melhor Letra
Os meninos Luis Gustavo e Luis Augusto do distrito Bonfim Paulista, em Ribeirão Preto, receberam o troféu de melhor letra pela música “Todo Canto tem Viola”, cuja autoria é do pai José Augusto Pallaretti. Um empate também deu a vitória de melhor letra para a música “O Choro da Viola” interpretada pelo jovem cantor de São Carlos, Heytor da Viola e com a autoria de José Alberto Silva e Sérgio Gargarella.

Colheita da segunda vitória
Márcia Tauil conquistou o inédito bicampeonato na categoria regional do Viola com a música “Colheita”. A autoria é dividida entre ela e sua amiga Mana Tessari. Em 2007, ela conquistou o primeiro lugar na mesma categoria com a música “Canção da Estrada”.
Mineira de Guaxupé, Márcia foi radicada em Mococa, cidade que representou no evento. Já veterana no cenário da música popular brasileira, ela não escondeu a satisfação de vencer o Viola pela segunda vez. “É a maior alegria. Mais uma vez uma grande abertura em nossa carreira. Isso se repetir é maravilhoso”, contou emocionada ao descer do palco com o troféu.
Além do troféu, a cantora receberá a premiação de R$ 6 mil. A classificação de Márcia Tauil aconteceu em Poços de Caldas no dia 16 de maio, coincidentemente com a dupla que falaremos a seguir.

O cantar do galo foi antecipado
A dupla de São João da Boa Vista, Júlio Seda e Rafael, levou mais uma vez sua grande torcida à loucura quando a apresentadora do Viola, Fernanda Mitskoff, anunciou os vencedores da categoria raiz. “O cantar do Galo” de autoria de Júlio Seda, foi ovacionada pelo público araraquarense e deu à dupla a tão sonhada vitória.
Na participação no Viola em 2008, os cantores ficaram em terceiro lugar com a música “Sexta-Feira da Paixão”, mas, dessa vez, puderam soltar o grito de vitória, assim como fizeram na eliminatória em Poços de Caldas ao lado de Márcia Tauil.
“Esse ano foi o 1º lugar, graças a Deus. A emoção de vencer o Viola não tem tamanho. Não tem como explicar”, destacou o Júlio Seda.

Outros destaques

Regional
O grupo Voz, composto por um trio de gaúchos, ficou com o segundo lugar na categoria regional com a música “Girou, Febril”. Atualmente, os cantores vivem em São Paulo e surpreenderam o público com o estilo diferenciado da mistura dos violões aço e nylon, além da percussão e, claro, a tradição gaúcha. Os cantores faturaram o prêmio de R$ 3 mil.
O terceiro lugar ficou com o músico Zebeto Corrêa e sua música “Dançando com os Leões”. Corrêa foi o grande destaque da categoria na eliminatória em Varginha e recebeu, além do troféu, a quantia de R$ 2 mil.

Raiz
Além da melhor letra, os meninos de Bonfim Paulista, Luis Gustavo e Luis Augusto levaram o troféu de segundo colocados. Eles interpretaram ao lado de seu pai, José Augusto Pallaretti, a música já citada anteriormente, “Todo Canto tem Viola”. Os meninos também receberão o prêmio de R$ 3 mil.
A terceira posição da categoria raiz ficou para a dupla de Araraquara Peão Dourado e Mulato, que cantaram a música “Sertanejo Sofrido”, de autoria de João Platino e Tião do Ouro. A dupla também recebeu o troféu e o valor de R$ 2 mil.

A Final
A expectativa para a final era grande. Torcidas com famílias, jovens, crianças e idosos lotaram a Facira e aproveitaram a noite com as tradicionais apresentações de Mazinho Quevedo e Adrielli Duarte, do humorista Barnabé, do animado balé de Poços, da oquestra regida pelo maestro Agenor Ribeiro Neto e da emocionate interpretação de Ave Maria de Abel Dagli Angele.
Apesar disso, a grande atração foi a apresentação do ator e cantor sertanejo Sérgio Reis. Com mais de 35 anos de carreira e 54 discos gravados, ele presenteou o público com clássicos da viola como “Panela Velha”, “Chalana”, “Tocando em Frente”, “Chico Mineiro”, entre outras. “É maravilhoso. É a emoção daqueles que vem até aqui procurando os seus caminhos. Parabéns à EPTV e a todos que organizam o Viola de Todos os Cantos”, afirmou.

Os jurados
A grande novidade do Viola de 2009 foi o sorteio de cinco pessoas do público para compor o júri popular juntamente com o júri oficial. A organização do evento buscou uma forma de fazer com que o público interaja e participe cada vez mais.
Frequentador assíduo das eliminatórias, o aposentado Roberto Vieira do Santos, de 63 anos, foi um dos jurados sorteados na grande final. Ele vive em Araraquara há mais de 20 anos e falou sobre a responsablidade e a emoção de poder definir os melhores do Viola. “Principalmente como leigo, nossa pretensão não é de julgar e sim de sentir o que é mais razoável aos ouvidos “, ponderou.
*Fonte: EPTV

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Milonga para cantar querência vence a Sapecada em Lages

A 17ª Sapecada da Canção Nativa conheceu suas canções premiadas na madrugada desta quarta - feira, em Lages. O favoritismo de Milonga para cantar querência acabou confirmado. Tinha o destaque Luíz Marenco e Lisandro Amaral interpretando essa milonga composta por Sérgio Carvalho Pereira ao lado do lageano Índio Ribeiro. A composição ainda recebeu o prêmio de melhor melodia e melhor conjunto vocal. Pirisca Grecco voltou a ser melhor intérprete deste festival e ainda arrebatou o 2º lugar com um rasguido - doble de Uruguaiana, composto por Mauro Moraes. André Teixeira e Raineri Spohr, os dois intérpretes de Um certo galpão de pedra, música vencedora da última edição, acabaram repetindo um bom desempenho, mas desta vez com um 3º lugar através da Toada em voz de silêncio, composição de Otávio Severo e Adriano Alves, que ainda foram premiados com a melhor letra do festival. Confira o resultado completo:

MELHOR TEMA SOBRE A REGIÃO SERRANAQuando tomba um pinheiro
Ritmo: Milonga Canção

Letra: Milton César Hoff e Jucemar dos Anjos

Música: Juliano Moreira Ramos e Itacir Vieira da Silva

Intérprete: Itacir Vieira da Silva


MELHOR TEMA CAMPEIRODomingo de campanha

Ritmo: Xote

Letra: Alberto Ventura Neto

Música: Alberto Ventura Neto

Intérprete: Alberto Ventura Neto


MELHOR CONJUNTO VOCALMilonga para cantar querência
Ritmo: Milonga

Letra: Sérgio Carvalho Pereira

Música: Cristian Camargo

Intérprete: Lisandro Amaral / Luiz Marenco / Índio Ribeiro


MELHOR ARRANJOQuatro cantos do planeta

Ritmo: Chacarera

Letra: Rodrigo Bauer

Música: Ângelo Franco

Intérprete: Shana Müller


MELHOR MELODIAMilonga para cantar querência
Ritmo: Milonga

Letra: Sérgio Carvalho Pereira

Música: Cristian Camargo

Intérpretes: Lisandro Amaral / Luiz Marenco / Índio Ribeiro


MELHOR LETRAToada em voz de silêncio

Ritmo: Toada

Letra: Adriano Alves e Otávio Severo

Música: Raineri Sphor

Intérpretes: Raineri Spohr / André Teixeira


MELHOR INSTRUMENTISTARodrigo Maia ( Em Quatro cantos do planeta)
MELHOR INTÉRPRETEPirisca Grecco (Em Chora gaita véia)


MÚSICA MAIS POPULARDomingo de campanha
Ritmo: Xote

Letra: Alberto Ventura Neto

Música: Alberto Ventura Neto

Intérprete: Alberto Ventura Neto


3º LUGAR - Toada em voz de silêncio
Ritmo: Toada

Letra: Adriano Alves e Otávio Severo

Música: Raineri Sphor

Intérpretes: Raineri Spohr / André Teixeira

2º LUGAR - Chora gaita véia
Ritmo: Rasguido-doble

Letra Mauro Moraes

Música: Mauro Moraes

Intérprete: Pirisca Grecco


1º LUGAR - Milonga para cantar querência
Ritmo: Milonga

Letra: Sérgio Carvalho Pereira

Música: Cristian Camargo

Intérpretes: Lisandro Amaral / Luiz Marenco / Índio Ribeiro

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Resultados: 9ª Sapecada da Serra Catarinense

1º lugar - Imagens do pago (Chamamé) -
Letra: Aldo Martins Neto/ Música: Michel Martins / Intérp. Vitor Amorim/ James Michel.
2º lugar - Remoçado (Chamarra) -
Letra: Clauri Olávio da Silva/ Música: Daniel Mateus da Silva / Intérp. Daniel Mateus da Silva.
3º lugar - Quando tomba um pinheiro (Milonga canção) -
Letra: Milton César Hoff e Jucemar dos Anjos/ Música: Juliano Moreira Lemos e Itacir Vieira da Silva / Intérp. Itacir Vieira da Silva.

Mais popular:Domingo de campanha (Xote) -
Letra, Música e interpretação: Alberto Ventura Neto.
Melhor intérprete: Sérgio Boscato
Melhor instrumentista: Guilherme Garcia
Melhor letra: Quando tomba um pinheiro
Melhor arranjo: Imagens do pago
Melhor conjunto vocal: Imagens do pago
Melhor melodia: Escutando do silêncio (Chamarra) -
Letra: Mário Arruda/ Música: Edvan "Índio" Ribeiro / Interp. Índio Ribeiro.
Melhor tema campeiro: Domingo de campanha
Melhor tema sobre a região serrana: Marcos na memória (Chamarra) -
Letra: José Goulart / Música: Éder Goulart / Interp. Éder Goulart/ Bada Castro.

* Colaboração de Roberta Althoff

segunda-feira, 1 de junho de 2009

24º Carijo da Canção Gaúcha - resultado

Palmeira das Missões recebeu entre os dias 28 e 31 de Maio, mais uma edição do Carijo. Confira o resultado completo:

1º lugar: Por entender a vida
(Piero Ereno / Nilton Ferreira )
Intérprete: Nilton Ferreira

2º lugar: Querência de um rancho só
(Carlos Omar Vilela Gomes / Osmar Carvalho)
Intérprete: Flávio Hanssen

3º lugar: Figos Caseiros
(João Ari Ferreira / Piero Ereno)
Intérprete: Miguel Marques

Melhor instrumentista: Léo Pereira Filho
Melhor intérprete: Miguel Marques
Melhor letra: Querência de um rancho só (Carlos Omar Vilela Gomes)

Melhor Arranjo Instrumental: Milonga do enforquilhado
(Francisco Luçardo / Paulo Ricardo Saavedra Pinto)
Intérprete: João Quintana Vieira

Melhor Arranjo Vocal: Por entender a vida
(Piero Ereno / Nilton Ferreira)
Intérprete: Nilton Ferreira


Melhor tema sobre Palmeira das Missões: Rio da várzea
(Marcos Antonio Giacometti / Angelino Rogério / Jorge André Rogério)
Intérprete: Jorge André Rogério

Melhor tema ecológico: N'algum confim do Brasil
(Carlos Omar Vilela Gomes / Leonardo Sarturi / Luiz Cardoso)
Intérprete: Leonardo Sarturi e Luiz Cardoso

*Colaboração de Roberta Althoff